Brasil de Fato

Haddad comemora dia dos professores com debate junto a educadores

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 21:52
Eleições 2018 Em agenda na capital paulista, o candidato respondeu questões sobre seu plano de governo para educação Redação | Fernando Haddad é professor universitário e foi ministro da educação no governo Lula Foto: Ricardo Stuckert

O candidato Fernando Haddad (PT) passou o dia dos professores, comemorado nesta segunda-feira, 15 de outubro, ao lado dos docentes da rede pública de ensino. Em debate realizado no Sindicato dos professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeosp), Haddad afirmou que um “país não tem futuro sem professores motivados e valorizados”.

Haddad é professor universitário e tem defendido uma política com “mais livros e menos armas”, em contraponto ao candidato de extrema direita Jair Bolsonaro (PSL). O petista lamentou não estar em debate e disse que a campanha de Bolsonaro está baseada em mentiras veiculadas por mensagens de WhatsApp. “Se você desligar o WhatsApp por cinco dias, o Bolsonaro desaparece”, ironizou. 

No evento, o candidato respondeu a perguntas de professores. A primeira pergunta, questionou como Haddad cumpriria seu programa de governo com a limitação de investimentos públicos estabelecida pela Emenda Constitucional 95 (EC 95). “É impossível cumprir sem a revogação da EC 95. O que o governo Temer fez, com apoio do partido de Bolsonaro, é congelar gastos públicos por 20 anos. Os gastos públicos tem que acompanhar, no mínimo, o crescimento do PIB”, afirmou.

Valorização dos docentes

Pesquisa realizada pelo Ibope em julho deste ano apontou que 49% dos professores da rede pública e privada não recomendariam a carreira de docente para ser seguida por considerar a profissão desvalorizada, com má remuneração e problemas envolvendo a rotina docente. A pesquisa também apontou que 33% dos professores afirmam estar totalmente insatisfeitos.

O candidato petista propõe a valorização dos professores por meio de formação continuada aos docentes, cumprindo as estratégias propostas no Plano Nacional de Educação. Haddad lembrou ainda que, quando foi ministro da educação no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, criou o Piso Salarial Nacional do Magistério, lei que pela primeira vez estabeleceu um salário mínimo para os professores de escolas públicas da Educação Básica.

Ensino médio

Outro professor da rede pública de ensino perguntou como o candidato pretender tratar os problemas do ensino médio, como a evasão escolar. Haddad propôs dialogar com os governadores, lembrando que a responsabilidade do ensino médio é dos governos estaduais.

“O ensino médio é muito importante. Nós espalhamos escolas de ensino médio federal em todo o país. Saímos de 140 para 600 escolas. Nossa proposta é transformar o ensino médio federal em referência para as escolas estaduais e fazer uma pactuação, com recurso, para que o padrão de qualidade da escola federal chegue também às escolas estaduais”, disse.

O petista também lembrou que seu adversário Jair Bolsonaro propõe aplicar a educação à distância para o ensino fundamental. “É falta de compreensão do processo educativo”, disse Haddad. “Quem sabe ele [Bolsonaro] também não propõe resolver o problema da falta de vagas em creches criando educação à distância para a creche”, ironizou o petista.

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Pastora evangélica diz que 'fake news' são contrárias aos valores cristãos

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 21:33
Não darás falso testemunho Cleusa Caldeira visitou o ex-presidente Lula, nesta segunda Lia Bianchini | A pastora Cleusa Caldeira em frente à Superintendência da Polícia Federal em São Paulo Foto: Joka Madruga / APT

"A palavra de Deus condena todo tipo de mentira". A afirmação é de Cleusa Caldeira, pastora da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, de Curitiba. A pastora criticou o método de campanha do candidato Jair Bolsonaro (PSL), baseado na disseminação de notícias falsas que ajudam a manipular a opinião pública contra seu oponente Fernando Haddad (PT).

Caldeira visitou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segunda (15), na Superintendência da Polícia Federal. Após a visita, a pastora falou às pessoas presentes na Vigília Lula Livre. 

“Nós, crentes, temos que zelar pela verdade. É evidente que podemos discordar dos partidos, das propostas, mas nós temos que julgar as propostas que são apresentadas e não inventar propostas para tirar o eleitor do justo juízo, fomentar o ódio, fomentar a raiva e levar o eleitor a votar de uma maneira cega e raivosa”, afirmou a pastora.

Chamando Bolsonaro de “pseudo candidato forjado em fake news”, Caldeira disse que existe uma parte da comunidade evangélica sendo manipulada pelo discurso moralista no qual se baseiam as notícias falsas disseminadas pela campanha do candidato do PSL. Ela citou como exemplos dessas mentiras o chamado “kit gay” e a suposta militância da chapa petista em prol do aborto.

"O kit gay é uma farsa, é uma mentira, nós não podemos fazer uma afirmação que isso é pecado baseados em uma outra mentira. Essa questão do aborto é uma questão que os opositores estão se apropriando indevidamente do tema, pra dizer que o PT é a favor do aborto. Pecado, na verdade, é mentir”, disse Caldeira.

Nesta segunda, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a retirada do ar de 40 links com fake news que difamavam a candidata a vice-presidência Manuela D’Ávila (PCdoB). A notícia veiculada nesses links ligava D’Ávila a uma conduta ofensiva a pessoas cristãs e atribuía a candidata à entrega de materiais pornográficos a crianças. No dia 8 de outubro, o TSE já havia determinado a remoção de outros 33 links com notícias falsas e difamatórias também relacionadas à conduta moral de Manuela D’Ávila.

Para a pastora Cleusa Caldeira, é preciso retomar uma “ética cristã” de disseminação de verdades, para que, no dia 28, aconteça uma “eleição realmente justa” e que, a partir da apresentação de projetos, o povo “possa votar naquele candidato que melhor representa os anseios de toda a nação”.

“Se você não é a favor do governo petista, então vamos debater as ideias do governo petista. Não é possível seguir criando um monte de mentiras, terrorismo. Na verdade, está se criando um terrorismo sobre a população”, disse Caldeira.

Resistência ao fascismo

Caldeira disse ter levado ao ex-presidente Lula a mensagem de uma frente evangélica que está preocupada com o “futuro da nação e se sente responsável por construir uma nação democrática”.

A pastora disse que se emocionou com a afetuosidade de Lula, que é uma pessoa que “conversa olhando nos olhos” e demonstra estar preocupado com os rumos do país. 

Como mulher negra, Caldeira disse que um dos pontos importantes da conversa com Lula foi a ameaça aos direitos das minorias. Hoje, ainda que consideradas minorias, tanto mulheres quanto pessoas negras são a maioria da população brasileira. As mulheres representam 50,6% da população e as pessoas negras, 54%. 

“Falamos sobre os direitos das minorias, sobre como é importante a gente resistir ao fascismo, porque as minorias vão sofrer muito”, afirmou Caldeira.

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Com mais eleição de parentes, dinastias políticas se fortalecem no Congresso

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 21:12
Papai, mamãe, titia 138 parlamentares com vínculos familiares foram eleitos no primeiro turno deste pleito Júlia Dolce | Eduardo Bolsonaro (PSL), filho de Jair Bolsonaro, foi Deputado Federal eleito com o maior número de votos por São Paulo Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agencia Brasil

Com o resultado do primeiro turno das eleições, um levantamento preliminar do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) identificou o crescimento da chamada "bancada de parentes" na Câmara dos Deputados.

Em 2014, os deputados e senadores com parentesco político eram 113 congressistas. Já agora, o número de parlamentares com vínculos familiares cresceu para 138. Além disso, deste total total de deputados eleitos, 101 reconquistaram seus mandatos, e 37 estão no primeiro mandato.

Entre os parlamentares reeleitos com relação parental está o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do também deputado e candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que obteve a maior votação de São Paulo, com 1.843.735 votos. O presidenciável também elegeu mais outro filho nesta eleição, o agora senador pelo Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro (PSL). 

De acordo com o analista político e assessor parlamentar Marcos Verlaine, integrante do Diap, o fenômeno é muito recorrente no Brasil, e representa uma herança da escravidão e do coronelismo. 

"Se você pegar os eleitos em Pernambuco, todos tem relação de parentesco, literalmente todos. Isso está muito caracterizado no Nordeste por conta do fenômeno do coronelismo. Você tem um coronelismo moderno, os caras são donos de televisão, tem grandes fortunas, donos de rádio, tem grande influência no eleitorado influenciado pelo poder financeiro dessas famílias e oligarquias. Essa relação de parentesco tem muita relação com o período escravista. É nome, sobrenome, você chega no interior do Brasil e as pessoas são conhecidas pela relação de parentesco. Se for rico então isso tem muito mais peso. Nos países desenvolvidos isso não existe, isso é mais na periferia dos países em desenvolvimento, e no Brasil em função desse contingente de pessoas alheias à política", afirmou.

Outro caso emblemático do pleito de 2018 foi a eleição de João Campos (PSB), filho do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, falecido em 2014 durante sua campanha presidencial, e bisneto de Miguel Arraes, que também governo Pernambuco na década de 1990. Com 24 anos, João foi o deputado mais votado do estado nordestino.

Para Ricardo da Costa Oliveira, professor de sociologia política na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pesquisador do nepotismo, de acordo com a definição sociológica do temo, nos poderes brasileiros, o fenômeno reflete na situação social do país.

"Isso impacta diretamente na reprodução do poder político por poucas oligarquias familiares, que concentram poder, recursos e seus interesses. Você vai ter uma baixa renovação partidária, grupos sociais que são muito poucos representados, como trabalhadores, negros, mulheres que não sejam dessas famílias, índios, periféricos. Então o nepotismo é uma cultura que é, ao mesmo tempo, produto, mas reproduz a imensa desigualdade brasileira. Quando queremos entender porque o Brasil é uma sociedade com tanta desigualdade social, uma das respostas é o caráter dessa nossa elite política parlamentar que é atravessada por interesses de poucas famílias. O nepotismo é também uma das causas do nosso atraso político, da falta de cidadania", afirmou.

Oliveira destaca que o fenômeno existe em todas as sociedades, mas que o Brasil representa um dos piores cenários.

"Nosso sistema político é mais atrasado. Nós temos instituições pré-modernas, e também a desigualdade social brasileira é muito maior. Os partidos políticos no Brasil são muito frágeis também. Eu comparava o Brasil com a Índia, que ainda tem sociedade de castas, mas no Brasil a bancada familiar é muito maior. Temos muitas famílias políticas também nos EUA, na Europa, mas nada com a intensidade e frequência que verificamos aqui. O eleitor pobre, periférico, subalterno, tende a votar nos poderosos, nos mais ricos e com isso, reproduzir a desigualdade. É um fenômeno nacional, está em todas as regiões, cidades, nos grandes e pequenos municípios, e boa parte dessas bancadas evangélicas também são de famílias que controlam as igrejas evangélicas. Você tem muitos pastores com relação de famílias, como a do Edir Macedo e do Crivella, prefeito do Rio de Janeiro. Várias famílias que controlam a prefeitura. Em São Paulo, acabou de voltar a família Covas no poder", completou.

Entre os demais nomes novos destacados no levantamento do Diap estão o do agora eleito Deputado Federal por Alagoas Isnaldo Bulhões (MDB), irmão do ex-governador do estado Geraldo Bulhões; o Deputado Federal Marcelo Moraes (PTB), filho do também deputado Sérgio Moraes; e a Deputada Angela Amim (PP), esposa do Deputado Espiridião Amin. 

O assessor parlamentar Marcos Verlaine destacou, ainda, um novo fenômeno identificado pelo Diap: a eleição de parentes de políticos que se tornaram réus em investigações de corrupção.

"O que a gente descobriu, sobretudo nesse período mais agudo de crise política, é que um detentor de mandato eletivo envolvido em algum tipo de irregularidade, como a Lava Jato, percebendo a dificuldade de se reeleger, lança um parente que não está envolvido em nenhum desvio ético ou moral e transfere voto par esse parente. Em Brasília você tem esse fenômeno do Arruda, que transferiu votos para sua mulher, Flávia Arruda", afirmou. 

Entre os partidos que mais elegeram parentes se destaca o PP, com total de 15 deputados eleitos. MDB, PR, PSD têm 12 cada; DEM, 11; PSB e PSDB, 10 cada; PDT e PRB, 1 cada; PSL e PT elegeram 6 cada; PTB, 5; SD, 4; PPS e Pros, 3; Avante, 2; e PCdoB, PPL, PR, PSol e PTC, 1 cada.

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Sem decisão da Justiça, Amapá segue sem saber se terá segundo turno

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 20:49
Eleições 2018 STF e TSE podem se pronunciar ainda esta semana sobre o pleito a governador do estado Lilian Campelo | No Amapá, o TSE suspendeu a propaganda eleitoral, que até o momento paira incertezas sobre a eleição a governador no estado Foto: Arquivo/Agência Brasil

Está para ser anunciado pela Justiça Eleitoral, nesta semana, se o candidato João Capiberibe (PSB), que disputa a eleição para governador do Amapá, ainda estará no pleito do segundo turno. A coligação Com o Povo para Avançar aguarda a decisão do processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) havia indeferido todos os registros de candidaturas do PT no estado devido à falta de prestação de contas referente a eleição de 2015. De acordo com o advogado da coligação PSB-PT, Luciano Del Castilo, a chapa recorreu e o ministro relator do TSE, Og Ferandes, concedeu liminar para que a coligação continuasse concorrendo ao pleito de 2018, tanto para o governo quanto para o senado.

“O ministro considerou a decisão do TRE-AP descabida, sem fundamento, e isso deu a segurança necessária para a coligação permanecer em unidade, disputando a eleição de 2018”, justifica.

Na véspera da eleição o TRE-AP considerou nulos os votos de Capiberibe e seu vice, Marcos Roberto (PT), mesmo com o registro deferido. Agora a coligação busca por meio de recursos no TSE meios para voltar a disputar a eleição no segundo turno.

“Agora o partido busca junto com o TSE com recurso, manter a chapa válida, uma vez que mesmo que o PT não possa participar do pleito. No TSE, já existe esse entendimento consagrado, de que a chapa pode ser dividida, pode ser cindida, e mesmo assim continuar válida para disputar a eleição, ser eleita e diplomada, ou então o pedido alternativo que está sendo feito pela coligação no TSE é que possa substituir o candidato a vice”, justificou.

Além do TSE, Castilho também explica que outra via judicial é pelo STF que “questiona justamente a inconstitucionalidade da norma que proíbe o partido de participar da eleição caso tenha suas contas julgadas não prestadas”.

Indecisão e dúvidas

O TSE suspendeu a propaganda eleitoral no Amapá, que até o momento só paira dúvidas sobre a eleição a governador no estado. O senador João Capiberibe avalia que o anuncio do TRE-AP de que os votos direcionados ao PT seriam nulos criou uma confusão nos eleitores e interferiu o rumo das eleições, atingindo também a candidata Janete Capiberibe (PSB), que concorria ao Senado.

"Janete liderava na segunda colocação com 7% na pesquisa do Ibope, e na sexta feira ela estava com 12%, com uma cadeira no senado praticamente assegurada”.

Antônio Waldez (PDT) disputa a reeleição no segundo turno com Capiberibe ao governo do estado. O senador encontra-se em Brasília e aguarda a decisão do STF e TSE e acredita que ainda nesta segunda-feira (15) com previsão até terça-feira seja anunciado a decisão.

“Então nós estamos aguardando para hoje mais tardar amanhã a decisão do STF e também a decisão do TSE para voltar a campanha. A eleição do segundo turno está terminado, e o TSE determinou a suspensão do horário rádio e televisão e não define a minha situação, então nós temos hoje uma anomalia no Amapá, uma eleição que é disputada só por um candidato”, argumenta.

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Artistas em luta pela democracia realizam ato em São Paulo

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 20:28
Cultura é resistência Ator e diretor Celso Frateschi fala ao Brasil de Fato sobre a importância do posicionamento artístico Luciana Console | Celso Frateschi está em cartaz com o monólogo "O Grande Inquisidor Século 21", no Teatro Ágora, em São Paulo Foto: Reprodução/Facebook

"Vamos aparecer sempre que sentirmos que a democracia está ameaçada". A frase é de Celso Frateschi, ator, diretor e um dos fundadores do Teatro Núcleo Independente, em funcionamento desde a década de 70. Ele é um dos organizadores do “Ato Cultura com Haddad e Manuela," que acontece na terça-feira (16), às 18 horas, na Quadra dos Bancários, região central de São Paulo.

O ato é realizado pelo movimento Arte pela Democracia, composto por sindicatos, cooperativas e artistas independentes. Segundo Frateschi, o movimento tem como objetivo garantir os valores democráticos, que, na atual situação política, de acordo com os artistas, estão representados na chapa de Haddad e Manuela. 

Além de atuar em teatro e televisão, Celso também foi Secretário Municipal de Cultura de São Paulo em 2003. O ator é dono do teatro Ágora, onde está atualmente em cartaz com o monólogo “O Grande Inquisidor Século XXI”. A peça aborda o reaparecimento de Jesus Cristo e sua relação com o inquisidor que quer condená-lo a todo custo.

Em entrevista ao Brasil de Fato, Celso Frateschi fala sobre a atualidade do monólogo, a importância do posicionamento dos artistas na eleição e as consequências de um governante que não enxerga a cultura de forma positiva. 

Brasil de Fato -- Você está em cartaz com uma peça, que chama O Grande Inquisidor Século XXI, um monólogo na verdade. Não é a primeira vez que você encena, gostaria que você falasse um pouco sobre do que se trata e qual a relação, do contexto, com o atual momento político em que estamos vivendo.

Celso Frateschi -- Então, O Grande Inquisidor é um capítulo de um grande livro do Dostoiévski que chama Os Irmãos Karamázov. É a terceira montagem que a gente faz desse capítulo, porque ele coloca questões que são muito importantes, principalmente para o momento que a gente está vivendo agora.

Como um clássico, ele coloca questões pra cada época de uma maneira diferente.E há 10 anos a gente viu uma situação diferente aqui neste país, então a gente resolveu, por uma opção estética, política aqui do Ágora Teatro, a remontá-lo, porque acho que ele tem algumas questões, algumas colocações, algumas provocações principalmente, que tem muito a ver com os dias de hoje.

A questão exatamente dessa mitificação de um determinado líder, de como a liberdade acaba sendo entregue, às vezes, de uma maneira dócil para um poderoso e como e o que isso pode trazer de desgraças para nós. A peça gira em torno de um inquisidor, a original né, em que em um determinado dia em Sevilha, Cristo volta. Exatamente em um dia em que se queimaram, na noite anterior, mais de cem hereges.

E esse Cristo volta e começa a fazer as suas bondades, seus supostos milagres, lidar com as pessoas e conversar com aqueles que eram, até então, desassistidos. E o inquisidor não tem dúvida: encarcera o Cristo e o interroga durante uma noite inteira. E aí ele mostra um pouco como que para a Instituição, para o poder, o Cristo voltando só atrapalha e é preciso deixá-lo calado, por isso ele vai ser queimado.

E esse enredo coloca questões que, dá pra perceber, tem muito a ver com o momento que estamos vivendo agora e a gente achou importante alertar, mais uma vez, os perigos que corremos aí com esse avanço, no caso do Brasil, de um tipo como esse coronel aposentado.

Falando um pouco disso ainda, esses riscos, o que você acha, quais seriam as consequências e o risco mesmo para a cultura, para a classe artística, para a cultura no geral, caso o Bolsonaro ganhe a eleição?

O Bolsonaro é um perigo para a cultura, mas não para a cultura strictu senso, só. Sem dúvida nenhuma ele é um perigo para a arte porque a pessoa que defende a morte não pode estar, de alguma forma, em sintonia com nada artístico. Com nada que pressupõe a transcendência, que pressupõe a superação do humano no sentido positivo.

As propostas que ele tem são propostas tenebrosas que voltam para trás. A briga aqui é entre cultura e barbárie e ele defende a barbárie. E isso não é nenhuma fake news, todas essas coisas estão na boca dele. Quando ele defende a morte, quando ele defende que uma criança de cinco anos aprenda a atirar, que tenha uma arma de fogo na mão, ou seja, é de uma inconsequência do ponto de vista humano, da humanidade mesmo que não dá pra deixar que isso avance.

Então esse é perigo que estamos vivendo, hoje em dia não se trata mais de uma candidatura entre dois candidatos que representam partidos, não. Representam muito mais que partidos. Acho que a candidatura do capitão representa o atraso, a barbárie, a violência, a ignorância. E eu acho que o Haddad tem uma candidatura que representa a garantia da democracia.

Nós sabemos que quem discorda do Bolsonaro, se ele for eleito, no dia seguinte corre riscos. Como tem corrido riscos quem discorda dele. Nós sabemos que mesmo quem discorde do Haddad, votando no Haddad, vai ter o direito de continuar falar o que bem entende e a discutir suas ideias e a provocar discussões e a provocar, com essas discussões, um aperfeiçoamento da nossa democracia.

Como que vai ser esse ato que vai acontecer amanhã, quem está organizando e quais os objetivos?

Esse ato que vai acontecer amanhã na quadra dos Bancários a partir das seis e meia dessa terça feira, é um ato preparatório e de ânimo, de organização, para outros atos e pra reforças os atos que já estão acontecendo nas cidades, na nossa cidade aqui de São Paulo.

Então são artistas de teatro, mas também de outras áreas, que tem feito um trabalho muito bonito de alertar, provocar discussão, de mostrar o que significa essa eleição para o Brasil. Vamos juntar os artistas todos, vamos reforçar tudo o que estamos fazendo que são manifestações relâmpago, atos musicais, panfletagens, rodas de conversa, aulas públicas, uma série de ações que já estão sendo feitas.

Então é um ato que é mobilizador, vai muita gente, mas essas pessoas que vão, sairão de lá para fazer outras ações e principalmente um grande ato da cultura, dos artistas contra a barbárie e a favor da democracia que é votar em Fernando Haddad.

Já tem muita coisa sendo feita e a ideia é transformar essas pequenas agitações em uma verdadeira onde gigante que leve a gente, leve o Haddad para as eleições

Celso, se puder falar um pouco sobre qual a importância do posicionamento dos artistas nesses momentos da sociedade. No caso agora, nosso momento político, qual a importância dos artistas se posicionarem nessas situações?

Os artistas, durante toda a história, sempre se posicionaram. A maior parte doa artistas, felizmente se posicionaram a favor de posições humanistas e que pensem o ser humano e o aperfeiçoamento do ser humano e das nossas relações.

Foi assim desde a Grécia, no caso do teatro, passando por toda a história da humanidade. É evidente que existem artistas que não pensam dessa maneira, mas nós acreditamos que a arte vem no sentido do aperfeiçoamento do humano, ela existe por isso desde a sua aparição na história da humanidade e até hoje ela serve pra gente se aperfeiçoar humanamente.

E se aperfeiçoar humanamente, no nosso entender, é acreditar no outro, não só isso, mas preservar o outro e saber que o outro tem a contribuir contigo, conviver com a diferença, buscar um estado de igualdade onde o ser humano possa se manifestar da maneira mais plena possível. O autoritarismo, a xenofobia, a homofobia e tudo isso que o Bolsonaro representa não nos diz respeito.

A gente tem aparecido em alguns momentos e vamos continuar aparecendo sempre que a gente sentir que a democracia, de alguma forma, está ameaçada.

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Pesquisa Ibope: a 13 dias da eleição, Bolsonaro 52% x 37% Haddad

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 19:38
Corrida eleitoral Segundo levantamento contratado por Rede Globo e Estadão, 9% declaram voto nulo ou branco, e 2% estão indecisos Redação | Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) disputam a posição de presidente do Brasil Foto: montagem

O Ibope divulgou, na noite desta segunda-feira (15), uma nova pesquisa de intenção de votos para presidente no segundo turno das eleições, a ser realizado em 28 de outubro.

De acordo com o levantamento, o candidato de extrema direita Jair Bolsonaro (PSL) tem 52% das intenções de voto, contra 37% que manifestam voto em Fernando Haddad (PT). Votos nulos ou brancos são a preferência de 9% dos entrevistados, e 2% não souberam responder.

Considerando apenas os votos válidos, Bolsonaro pontua 59%, contra 41% de Haddad.

O Ibope ouviu 2.506 eleitores entre os dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

O instituto sondou ainda o quão consolidados são os votos em cada candidato. O instituto apurou que 41% dos eleitores votariam em Bolsonaro com certeza, e 35% não votariam nele de jeito nenhum. Já Haddad enfrenta maior maior rejeição: 47% dos entrevistados não o escolheriam em nenhuma hipótese, enquanto 28% têm o petista como opção final de voto.

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Far-right Bolsonaro’s campaign boosts military presence

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 17:47
Military Politics Meet the army officers who are helping Brazilian far-right candidate design a platform based on ultra neoliberal ideas Rafael Tatemoto | Augusto Heleno: Government platform “is nothing but a protocol of intentions” Marcelo Casall Jr/Agência Brasil

Brazilian army officers have been playing an increasing role in the conversations about far-right presidential candidate Jair Bolsonaro’s platform. Three generals are in charge of his economic plan, especially regarding infrastructure projects: Oswaldo Ferreira, Augusto Heleno, and Aléssio Ribeiro Souto.

::: BRAZIL ELECTIONS 2018

Having the three military men engaged in Bolsonaro’s program means they share the same views as his most important economic adviser, Paulo Guedes. The ultra neoliberal guru is being investigated by Brazilian authorities over accusations of fraud in pension fund investments – he allegedly mismanaged R$1 billion (approximately US$268.5 million) –, while also calling the shots in all important matters of the program, standing for controversial measures, such as reintroducing a financial transactions tax called CPMF and setting a single 20-percent income tax rate, reducing taxes on the wealth and significantly increasing them on the poor.

The military group is working in Brasília, while Guedes operates in Rio de Janeiro. 

All three generals draw from one big influence in common: Golbery do Couto e Silva. Their research papers produced at the Brazilian Army Command and General Staff School show how their views about geopolitics have been influenced by the creator of the national security doctrine, which is based on the idea of a “domestic enemy” that has to be eliminated.

Augusto Heleno Ribeiro Pereira

Bolsonaro’s first option for a running mate, he ultimately did not run for vice president because his party, the Progressive Republican Party (PRP) did not formally enter into an alliance with the presidential candidate’s Social Liberal Party (PSL). He has commanded Brazilian troops in Haiti and also wields major influence in the candidate’s public security plan, standing for topics such as reviewing the age of criminal responsibility in the country. But the general himself has played down the role of the government platform, arguing it is “nothing but a protocol of intentions.” “It does not make sense while you don’t have an appointed minister. The programs will really be created in the two months between the election results are out [on Oct. 28] and the inauguration, in January,” he once said in an interview.

Oswaldo Ferreira

Ferreira is appointed as Bolsonaro’s probable minister of Transport and stands out as the primary military officer when it comes to infrastructure projects. He advocates for relaxing environmental licensing, in consonance with the government platform, stands for eliminating the Ministry of Environment and moving its operations to the Ministry of Agriculture, which has been historically ruled by the farm lobby. He once stated that, back in his day, “there were no public prosecutor’s offices or environmental protection agency to bust our balls,” referring to the construction of roads during the military dictatorship.

Aléssio Ribeiro Souto

He studied technology in Brazil at the military academy and ran the Army Technology Center between 2006 and 2009. When it comes to education policies, he says teachers’ pay is not a priority: “There are several aspects regarding the appreciation of teachers. The fifth or sixth is the wage issue,” he once said. Souto argues that the ousting of João Goulart was not a military coup and that “books that don’t tell the truth about the 1964 regime have to be eliminated.”

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Opinión | Bolsonaro es la máxima expresión del conservadurismo brasileño

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 17:26
ELECCIONES ¿Por qué, a pesar de todo esto, este político lidera las encuestas de intención de voto? Fania Rodrigues | Bolsonaro sabe que por lo menos un tercio de la población brasileña es machista, racista, homofóbica y violenta Wilson Dias / Agência Brasil

Inmerso en una turbulenta campaña electoral, Brasil camina hacia la segunda vuelta de las elecciones presidenciales. Con el principal líder de la izquierda, Luiz Inácio Lula da Silva, preso en Curitiba, y el candidato de la extrema derecha, Jair Bolsonaro, gravemente herido por un ataque violento, estas elecciones son atípicas y las mas conflictivas desde el proceso de redemocratización del país en 1985.

Con Lula fuera del juego, Bolsonaro lidera todas las encuestas de intención de votos. Una parte de los brasileños optó por apoyar el fascismo. Las consecuencias ya empieza aparecer. Al menos 50 personas fueron atacadas esta semana por simpatizantes de Bolsonaro, por pensar diferente de ellos.

Pero, vamos entender como Bolsonaro llegó hasta aquí. El ultraderechista es un viejo conocido de la prensa brasileña. Hace años llama la atención por sus declaraciones machistas, homofóbicas, racistas y violentas. Cierta vez dijo a la diputada federal del Partido de los Trabajadores, Maria do Rosário: yo no te violo porque no lo mereces. Eres muy fea. En entredicho quedó su idea de que la violación es un merito, reservado sólo a las bonitas. También dijo cosas del tipo: soy homofóbico con mucho orgullo, estoy a favor de la tortura, practico la evasión fiscal lo máximo que puedo, las mujeres tendrían ganar menos porque se embarazan. Después de visitar un espacio quilombola, de resistencia cultural afro, dijo que los negros con quienes había tenido contacto en ese espacio no servían ni siquiera para procrear.

Además, es el mayor defensor de la liberación de la venta de armas de fuego. Esto explica también porque uno de los mayores financiadores de su campaña es la empresa Taurus, una gigante brasileña de la fabricación de armas.

La pregunta que queda es: ¿por qué, a pesar de todo esto, este político lidera las encuestas de intención de voto?

Lo primero que hay que entender es que la idea de Brasil de democracia racial, así como la imagen del país del carnaval alegre y pacífico es un mito. La sociedad brasileña es conservadora y extremamente violenta. Esto es lo que demuestran las estadísticas. Según la encuestadora Datafolha, uno de cada tres brasileños cree que las mujeres son culpables de las violaciones que sufren, 42 por ciento de los hombres afirma que las mujeres que se dan a respetar no son violadas. Esta encuesta fue hecha en 2016 y conmocionó al país.

En Brasil muere más gente por armas de fuego que en países en guerra. En 2017 fueran registradas 61.000 muertes violentas, de acuerdo con datos oficiales del gobierno. En Siria, el Observatorio de los Derechos Humanos habla de 49.000 muertes. En México, uno de los países más violentos del continente americano, el número quedó en 29.000 asesinatos en este mismo año, un récord, según la Secretaria de Gobernación. Comparando el tamaño de las dos poblaciones y la proporcionalidad de muertes por habitantes, Brasil es más violento que México.

El racismo también aparece en los números. Por cada 100 personas víctimas de homicidio en Brasil, 71 son negras, informa el Instituto de Investigación Económica Aplicada (IPEA), órgano estatal. Además, entre 2003 y 2013 los homicidios de mujeres blancas bajaron 9 por ciento, mientras que entre las mujeres negras crecieron 54 por ciento.

Por tanto, Bolsonaro sabe que por lo menos un tercio de la población brasileña es machista, racista, homofóbica y violenta. Entonces, su discurso agrada a esta parte de la sociedad. Pero esto no explica todo, pues él tiene hoy más que un tercio de la intención de voto.

Desde 2014 un sector conservador de la Justicia brasileña se unió a la gran prensa para deconstruir lo que llamaron la vieja política, pero la arremetida fue contra toda la clase política, sobretodo contra los partidos de izquierda, especialmente el Partido de los Trabajadores.

Jueces, fiscales, ministros de la Suprema Corte se convirtieron en grandes estrellas mediáticas. La lucha contra la corrupción se convirtió en un show. Por otro lado, las estadísticas de corrupción no disminuyeron.

Este llevó a otra parte de la población directamente a los brazos de un ex militar: Jair Bolsonaro, cuyo discurso trata de que es una persona honesta. A pesar de que su patrimonio se multiplicó en los pasados cuatro años, según informaciones de Tribunal Federal Electoral.

Hay un sentimiento antipetista muy fuerte, construido por los grandes medios, como el Grupo Globo, que tiene más de 300 canales de televisión, revistas, diarios y páginas web de noticias.

El PT fue vendido como el causante de todos los males del país, pero el antipetismo es mucho más complejo y va mas allá de los desacuerdos con las políticas de los gobiernos del PT. Los cambios culturales, los conflictos entre generaciones, la reubicación del papel del hombre en la sociedad, la independencia femenina, la aceptación de la homosexualidad, que tanto molesta a los conservadores, son asociados al periodo en que el PT estuvo en el poder. A pesar de ser un movimiento natural de la sociedad. Todo esto genera un odio silencioso que se expresa en el voto a Bolsonaro.

Justamente por esto, analistas, incluso de derecha, afirman que comparar a Bolsonaro y Fernando Haddad no es posible, porque no son equivalentes. El Partido de los Trabajadores siempre luchó dentro del marco de la democracia, mientras Bolsonaro es defensor de la dictadura. Trátase, por tanto, del enfrentamiento entre la civilización y la barbarie.

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Se intensifica la presencia militar en la campaña de Jair Bolsonaro

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 17:24
MILITARISMO Conozca los oficiales próximos del candidato ultraderechista que ayudan a desarrollar el debate económico de su programa Rafael Tatemoto | Augusto Heleno, militar partidario de Bolsonaro: "Esa historia de reclamar un programa de gobierno es una farsa" Marcelo Casall Jr/Agencia Brasil

Oficiales del Ejército brasileño protagonizan cada vez más las discusiones del programa de Jair Bolsonaro, candidato a la Presidencia de la República por el Partido Social Liberal (PSL). Tres generales comandan el debate económico del ultraderechista para el sector de infraestructura: Oswaldo Ferreira, Augusto Heleno y Aléssio Ribeiro Souto.

Los tres militares defienden las ideas del principal asesor económico de Bolsonaro, su gurú ultraliberal Paulo Guedes. Investigado la Fiscalía por un supuesto fraude millonario en fondos públicos de pensiones, Guedes aún decide las principales líneas del programa de gobierno y defiende medidas polémicas como una alícuota única aplicada al impuesto a la renta y la vuelta de un impuesto sobre transacciones financieras extinguido em 2007.

El grupo de militares trabaja en Brasilia, mientras que Paulo Guedes actúa en Rio de Janeiro.

:::ELECCIONES BRASIL 

Los tres generales tienen en común una gran influencia el militar Golbery do Couto e Silva. Sus monografías en la Escuela de Comando y Estado Mayor, donde estudiaron, señalan la influencia del militar creador de la noción de seguridad nacional en la cuestión geopolítica, basada en la ideia de ‘enemigo interno” a ser eliminado.

Augusto Heleno Ribeiro Pereira

Primera opción de Bolsonaro para que fuera su vice, no ocupó el cargo en la lista electoral porque su partido (PRP) no formalizó la alianza con el PSL. Comandó las tropas brasileñas en Haití y ejerce gran influencia también en el área de seguridad pública del programa, defendiendo temas como la revisión de la minoría de edad penal en el país. Sin embargo él mismo relativiza el papel del programa de gobierno. “Esa historia de reclamar un programa de gobierno es una farsa. Esos son meros protocolos de intención. Mientras no haya ministro designado, no tiene sentido. Los programas se van a hacer realmente ahí, en los dos meses entre el resultado de la elección y la posesión, en enero”, afirmó en una entrevista.

Oswaldo Ferreira

Posible ministro de Transporte, es el principal nombre militar en el debate de infraestructura. Defiende la flexibilización de las licencias ambientales, visión ligada al programa de gobierno ya publicado, que prevé el fin del Ministerio del Ambiente y la transferencia de sus funciones al Ministerio de Agricultura, históricamente dirigido por los ruralistas [como son conocidos los empresas y representantes del agronegocio]. Declaró que en su tiempo “no había Ministerio Público ni Ibama para romper las pelotas”, en referencia a la experiencia de construcción de carreteras durante la Dictadura Militar.

Aléssio Ribeiro Souto

En la academia militar estudió la cuestión tecnológica en Brasil. Comandó el CTEX (Centro Tecnológico del Ejército) entre 2006 y 2009. Para la educación, afirma que la adecuación salarial del magisterio no es el principal tema a defender: “Hay una serie de puntos que tratan de la valorización de los profesores. El quinto o el sexto es la cuestión salarial”, declaró.  Afirma que la destitución de João Goulart no fue un golpe militar y que “los libros que no presentan la verdad sobre el régimen de 1964 tienen que ser eliminados”.

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Ato pela democracia movimenta o Semiárido brasileiro

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 16:20
MOBILIZAÇÃO Delegações de todos os estados da região semiárida estarão presentes Vanessa Gonzaga | A proposta é relacionar democracia e políticas de convivência com o Semiárido, como outras mobilizações que já aconteceram na região Ivan Cruz Jacaré

No próximo sábado (20), a região do Vale do São Francisco  recebe o ato “Semiárido pela Democracia”. A iniciativa vinda de movimentos e organizações do campo como a Via Campesina, Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), Federação os Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado de Pernambuco (FETAPE) e sindicatos ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) busca relacionar a garantia de direitos como acesso á água, terra e outras políticas sociais na região à restauração da democracia no país. A concentração acontece a partir das 14h, na cidade de Petrolina (PE), em local ainda não confirmado.
 “A nosso ver, a convivência com o Semiárido não se sustenta em um sistema político que não seja democrático. É vital para a convivência com o Semiárido manter e fortalecer a democracia, para avançar nas condições dignas de vida para as populações que habitam essa região”, reforça Cícero Félix, integrante da coordenação nacional da ASA pelo estado da Bahia. 
Além das intervenções políticas, a proposta é também inserir manifestações culturais em todo o ato, com grupos de dança, bandas e cantores da região. A expectativa é reunir delegações de todos os estados do nordeste, além de Minas Gerais, abarcando todos os estados que estão incluídos no Semiárido brasileiro.
Além da defesa da democracia, a proposta é reforçar a campanha #EleNão, que surgiu nas redes sociais e levou centenas de milhares de pessoas ás ruas no Brasil e em outros países ainda no primeiro do turno das eleições numa negativa à candidatura e plano de governo do candidato Jair Bolsonaro (PSL).
Cícera Nunes, presidenta da FETAPE, faz uma relação entre as políticas voltadas para o semiárido, a democracia, e a vida das mulheres no campo e na cidade “O que nós vimos nos últimos anos foi uma mudança enorme para vida das agricultoras durante governos democráticos. Pudemos ter acesso á renda no campo e emprego nas cidades, ter independência. Isso é fruto da democracia. Não podemos eleger um candidato com um discurso de ódio contra as mulheres, isso é contra tudo o que lutamos todo esse tempo”, afirma.

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Coluna Ciências | Por que é tão difícil largar o cigarro?

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 15:49
Vício A nicotina possuiu um duplo efeito: é uma droga estimulante e calmante ao mesmo tempo Renan Santos | O tabaco é uma planta que produz a nicotina. Essa substância está presente em suas folhas e exerce um efeito inseticida Foto: Reprodução

Uma querida amiga parou de fumar nos últimos dias e me pediu para escrever sobre isso. O que a ciência sabe sobre esse vício, por que é tão difícil largá-lo e qual a melhor forma de fazer isso?
O tabaco é uma planta que produz a nicotina. Essa substância está presente em suas folhas e exerce um efeito inseticida. Devido à sua toxicidade, age como uma defesa contra predadores. Nós, humanos, espertamente pegamos essas folhas lotadas de um tóxico, a queimamos e inalamos essa fumaça (!).  Além da nicotina, outros fatores contribuem para o efeito maléfico do cigarro. O calor, os gases produzidos na sua queima e diversas outras substâncias presentes possuem efeitos nocivos.
A nicotina possuiu um duplo efeito, aparentemente contraditório. É uma droga estimulante e calmante ao mesmo tempo. Ela cria no fumante um falso estado de vigília, de “ataque ou fuga”. Por exemplo, quando damos de cara com um cão latindo em nossa direção, nosso cérebro dispara essas substâncias para que o corpo esteja pronto para reagir. Isso leva ao aumento do batimento cardíaco, da circulação, dos níveis de estresse geral do corpo. Só que, como no fumante esse estado é falso, logo depois vem a sensação de alívio. É o efeito relaxante. 
Com o tempo, é preciso cada vez mais nicotina para gerar o mesmo efeito no cérebro. 
A abstinência de nicotina gera um efeito muito forte sobre o fumante. Causa um estado de aflição que o leva a querer outro cigarro. É, portanto, uma droga extremamente viciante e difícil de largar. Difícil, mas não impossível.
A melhor forma para se livrar do vício envolve alguns fatores: acompanhamento médico e psicológico; uso de medicamentos e da própria nicotina em doses baixas (chicletes e adesivos); mudança comportamental (evitar os “gatilhos”); apoio de amigos; novos hábitos que substituam o de fumar (beber água, comer algo ou fazer exercícios). Pesquisas também sugerem que é melhor parar de uma vez (marcar um dia) do que diminuir gradativamente o uso do cigarro.
Com essas orientações é possível se livrar do vício em dois a quatro meses. O que não significa que não haverá recaídas. Um dependente de nicotina deverá sempre se esforçar para se manter longe da droga.
Um abraço e até a próxima!
Renan Santos é professor de biologia da rede estadual de Minas Gerais.

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Possíveis ministros de Bolsonaro indicam governo militarista, moralista e neoliberal

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 15:28
Eleições 2018 Em caso de vitória, candidato reserva núcleo da administração federal ao "time dos sonhos" do retrocesso Cristiane Sampaio | Presidenciável do PSL tem anunciado aos poucos nomes que integrariam o primeiro escalão de seu eventual governo Foto: Reprodução/Google News

Ao longo da corrida rumo ao Palácio do Planalto, os presidenciáveis têm articulado diferentes nomes para compor seus eventuais governos.

Na lista de opções do candidato de extrema direita Jair Bolsonaro (PSL), o destaque na provável composição dos ministérios é para três perfis – já confirmados – que se destacam pelo discurso conservador na política e pelo caráter neoliberal no pensamento econômico.

O primeiro deles é Paulo Guedes, apontado como seu "guru econômico", e que, em caso de vitória da chapa, deve comandar a pasta que irá aglutinar os Ministérios da Fazenda e do Planejamento. Consultor de linha neoliberal, Guedes defende, entre outras coisas, a privatização sem restrições das empresas e agências governamentais, e é apontado como o garoto-propaganda de Bolsonaro junto ao mercado financeiro.

O economista é pós-graduado pela Universidade de Chicago, expoente do pensamento neoliberal e ponto de origem ideológica dos governos latinoamericanos nos anos 1980 e 1990, e de onde saiu diretamente para ser professor da Universidade do Chile, em um período no qual a instituição estava sob intervenção da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1991). Atualmente, é um dos sócios da Bozano Investimentos, empresa que gere cerca de R$ 2,7 bilhões em fundos de investimento, segundo dados oficiais da própria companhia.

Um eventual governo Bolsonaro deverá ter também o atual deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) como ministro da Casa Civil, pasta que responde pela articulação política do governo.

Reeleito para um novo mandato na Câmara e membro da bancada ruralista, o democrata é o atual coordenador político da campanha de Bolsonaro. Ele foi um dos articuladores do apoio oficial dado à chapa do líder do PSL por parte da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), grupo que congrega deputados e senadores ligados ao agronegócio.

Lorenzoni é um dos mais insistentes e estridentes detratores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem frequentemente acusa de ser "chefe da quadrilha" responsável pela corrupção no Brasil. O próprio deputado, porém, consta na lista de beneficiados por propinas da Odebrecht, e admitiu a uma rádio de Porto Alegre, em 2017, que recebeu R$ 100 mil em doações ilegais da JBS.

O terceiro nome que foi confirmado por Bolsonaro como membro da cúpula do Executivo é o do general da reserva do Exército Augusto Heleno, que iria para o Ministério da Defesa.

Heleno é um dos três generais que ajudam a articular o plano de governo do candidato do PSL, e atua como consultor de campanha na área da segurança pública. Figura de posicionamentos conservadores, o militar defende políticas como a redução da maioridade penal, o controle militar de comunidades consideradas "tomadas" pelo tráfico de drogas e a revisão das leis para reduzir as punições a militares e agentes policiais que matarem durante o serviço.

Agricultura e Meio Ambiente

Para o Ministério da Agricultura – que deverá acumular ainda as funções do Meio Ambiente –, por exemplo, Bolsonaro chegou a cogitar o nome do fazendeiro e pecuarista Nabhan Garcia, milionário que preside a União Democrática Ruralista (UDR). A entidade é conhecida pelos embates com movimentos populares que reúnem trabalhadores do campo.

Garcia tem defendido, entre outras coisas, um combate ao que chama de “indústria da multa” na área do meio ambiente. A declaração é uma referência à fiscalização no meio rural para evitar degradação dos recursos naturais, prática comum ao agronegócio.

O anúncio do nome dele como possível ministro gerou ciumeira nos bastidores do ruralismo. Nos últimos dias, Bolsonaro voltou atrás e disse que, em caso de vitória sua, ele não será ministro. No entanto, num aceno ao agronegócio, o presidenciável afirmou que o cargo ficaria com alguém do “setor produtivo”.

Outros

De acordo com o presidenciável do PSL, a ideia é reduzir o número de ministérios de 29 para 15. Ele já ventilou vários possíveis nomes. Além dos três confirmados, Bolsonaro poderá contar, por exemplo, com o de Stavos Xanthopoylos no Ministério da Educação.  

Um de seus conselheiros para políticas desse setor, Xanthopoylos compõe a diretoria da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED) e já integrou também os quadros da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Um possível nome citado por Bolsonaro para o Ministério da Saúde, por exemplo, é o do pecuarista Henrique Prata, médico que dirige o Hospital de Amor, antigo Hospital do Câncer de Barretos (SP). Ele é amigo pessoal de Bolsonaro.

Já o general Osvaldo Ferreira, que participa da campanha com propostas para a área de infraestrutura, é cotado para o Ministério dos Transportes, enquanto o astronauta brasileiro Marcos Pontes é o nome visado para a pasta de Ciência e Tecnologia.

Pontes já ensaia uma atuação política há algum tempo. Ele é atualmente o segundo suplente do deputado federal Major Olímpio (PSL-SP) e chegou a ser cogitado para vice de Bolsonaro na chapa presidencial.

Uma pasta para a qual Bolsonaro também não fechou questão no caso de um possível governo é a do Ministério da Justiça, que poderá ser liderada, por exemplo, pelo atual presidente interino do PSL, Gustavo Bebianno, que coordena a assessoria jurídica da campanha de Bolsonaro. Outra possibilidade é o advogado Antonio Pitombo, que defende o presidenciável de ações que tramitam contra ele no Supremo Tribunal Federal (STF).

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Mercado das Flores está parado há mais de um ano

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 15:24
Belo Horizonte No local, funcionava uma floricultura, um centro da Belotur e um posto de ingressos de teatro Wallace Oliveira | Há dois processos na Justiça questionando a remoção da floricultura, que funcionava 24h no local Foto: Antônio Rodrigues/PBH

Quem passou pela esquina da rua da Bahia com Afonso Pena deve ter sentido falta do Mercado das Flores. Durante anos, o espaço abrigou um posto de venda de ingressos de teatro do Sinparc, uma floricultura, a Flora Rosa, e um centro de atendimento a turistas da Belotur, também responsável pela gestão do imóvel. Em agosto de 2017, o local teve todas as atividades suspensas para uma reforma. E até agora não reabriu.
Paralisação e obras
O imóvel pertence à Subsecretaria de Administração e Logística, que o cedeu à Belotur, empresa responsável por divulgar o turismo em BH. Segundo a Belotur, o objetivo das obras é melhorar a estrutura, acessibilidade, parte elétrica e hidráulica do imóvel. Segundo a PBH, após a revitalização, o centro de atendimento a turistas deve retomar suas atividades com nova modelagem, informações mais dinâmicas e serviços.
O Sinparc mantinha com a Belotur um convênio de cessão de uso, que não foi renovado. Já a floricultura utilizava o espaço por meio de aluguel. No início da reforma, as atividades foram suspensas. Na época, a Prefeitura deu um prazo à floricultura para desocupar e demolir suas edificações, sujeita a multa diária de R$ 1.585,55. 
Floricultura
A Flora Rosa funcionou no local por 42 anos e tornou-se ponto turístico da cidade. O espaço ficava aberto 24 horas e era frequentado diariamente por dezenas de pessoas, especialmente nos fins de semana e feriados. Na época da desativação, a floricultura demitiu funcionários e teve que se transferir para um local menor, pouco abaixo do antigo endereço, na rua da Bahia. 
Procurada pela reportagem, a empresa informou que não poderia comentar o assunto, pois há dois processos judiciais questionando a remoção. 

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Dois planos de privatização disputam o governo de Minas

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 15:17
Direita Com 42% dos votos, Romeu Zema tem semelhanças com Anastasia, que obteve 29% Rafaella Dotta e Wallace Oliveira | Segundo turno no estado será entre dois políticos considerados de direita Fotos: Marcos Oliveira/Agência Senado | Reprodução

O segundo turno para o governo de Minas Gerais vai ser entre dois políticos considerados de direita. Romeu Zema (NOVO) saiu do primeiro turno com 42% dos votos, enquanto seu adversário, Antonio Anastasia (PSDB), angariou 29%. Logo depois da vitória, especialistas se abstiveram de fazer comparações das propostas, mas, agora, diferenças entre os candidatos começam a aparecer.
Quem é Romeu Zema?
Nascido em Araxá, no Triângulo Mineiro, Zema se formou em administração e sempre trabalhou nos negócios da família. É filho de Ricardo Zema e neto de outro Romeu, os dois empresários e que deixaram as empresas como herança. Hoje, lidera as Lojas Zema, de eletrodomésticos, móveis, combustíveis, veículos e serviços financeiros.
Segundo o jornal Valor Econômico, o candidato foi considerado suspeito de fraudar o processo de cidadania italiana. Autoridades italianas divulgaram, em fevereiro deste ano, uma lista com mais de mil brasileiros que estariam enganando os órgãos do país. Aparecem os nomes de Romeu Zema, Catharina Zema e Domenico Zema. Romeu se disse vítima da agência que ele mesmo contratou para realizar o serviço.
Propostas polêmicas
O programa de governo de Romeu Zema é considerado agressivamente privatista. Ele defende medidas como diminuir excessivamente os funcionários administrativos do governo (em 80%), assim como a venda das empresas estatais. Para educação, defende o incentivo a escolas privadas e a parceria público privada nas escolas públicas. Na saúde, propõe planos de saúde privados.
Quem é Antonio Anastasia?
O candidato do PSDB é atualmente senador e já exerceu por quatro anos o cargo de governador de Minas Gerais. É formado em direito e é professor em direito administrativo na UFMG. Dedicou seus estudos e sua carreira à gestão pública, sendo secretário do governo estadual e de Ministérios do Trabalho e da Justiça.
Em Minas Gerais, construiu-se como sucessor e braço direito de Aécio Neves (PSDB). De 2003 a 2006, foi secretário de Planejamento e Gestão e de Defesa Social. Em 2006 elegeu-se vice-governador de Aécio, em 2010 elegeu-se governador e em 2014 venceu a eleição para senador. Ele foi relator e votou favorável, em 2015, ao impeachment de Dilma Rousseff.
Propostas do PSDB
Anastasia se concentra, em seu plano de governo, a traçar caminhos gerais para investimentos na economia mineira. Para o candidato, a crise financeira do estado é o maior problema e pode ser enfrentado mediante a volta de investimentos. O PSDB também segue a linha privatista, porém, sem muitos detalhamentos.
Minas terá bancada mais fragmentada
Após as eleições de 2018, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) termina ainda mais fragmentada que na eleição anterior. O número de partidos na Assembleia passou de 21 para 28. O PSL, que não tinha nenhuma cadeira, ganhou seis; PHS e o Novo ficaram com três representantes cada; o Solidariedade (SD), dois; PRTB, PRP, Rede e Psol, ficaram com um cada.
Os partidos que mais perderam foram o MDB, que caiu de 14 para 7 parlamentares, e o PSB, que tinha 4 e agora ficou com apenas 1. A maior bancada na próxima legislatura será a do PT, que passou de 8 para 10 parlamentares.
Por outro lado, a renovação da Assembleia mineira foi mais alta que o esperado. Cerca de 40% dos deputados e deputadas vão exercer o mandato pela primeira vez. Para a cientista política Larissa Peixoto, ser novo não significa ser bom. “Precisa avaliar, olhando para os grupos que entraram e as bancadas partidárias. Tem uma bancada da bala? Quem são os grupos que vão coordenar? E a gente precisa saber quem vai ser o governador”, explica.
Deputados federais mineiros
A renovação dos deputados federais por Minas foi ainda maior. Dos 53 eleitos, 26 já eram deputados federais e 27 são novos. Os partidos com maior número de eleitos tiveram influência da campanha para presidente da República. O PT, partido de Fernando Haddad, elegeu oito deputados federais, enquanto o PSL, partido de Jair Bolsonaro, elegeu seis.
Na sequência, PSDB elegeu cinco e MDB elegeu quatro deputados federais. No total, 21 partidos ocupam a Câmara Federal representando Minas Gerais. 
Senadores mineiros
Para o Senado, os eleitores mineiros elegeram Rodrigo Pacheco (DEM) com 20,4% e o jornalista Carlos Viana (PHS) com 20,2% dos votos. Caso o senador Antonio Anastasia ganhe a eleição para o governo, quem assume é Alexandre Silveira (PSD), seu primeiro suplente.
 

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‘Unidos Contra o Racismo’: mais de 240 mil alemães protestam contra ultradireita

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 14:28
Resistência Manifestantes marcharam na campanha #Unteilbar contra partidos e movimentos de extrema-direita em Berlim teleSUR* | Organização estima que mais de 240 mil pessoas se reuniram no sábado contra o racismo, a xenofobia e a extrema-direita Divulgação/Unteilbar/Facebook

Mais de 240 mil manifestantes de toda a Alemanha marcharam em Berlim no sábado (13) contra o racismo, a xenofobia e a extrema-direita em um dos maiores atos realizados nos últimos anos no país.

Segundo a organização da campanha #Unteilbar (“inseparáveis” ou “todos juntos”), o ato reuniu 242 mil pessoas após protestos contra a imigração realizados em várias cidades do leste do país e o aumento do apoio ao partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD) às vésperas de uma eleição estadual, ocorrida no domingo (14).

Um porta-voz da polícia não quis estimar o número de pessoas mobilizadas na marcha, que foi organizada por uma aliança ampla de associações, sindicatos, partidos e grupos de direitos humanos, incluindo a Anistia Internacional.

Os manifestantes levaram cartazes com dizeres como “construa pontes, não muros”, “unidos contra o racismo” e “somos indivisíveis – por uma sociedade livre e aberta”.

Com a chegada de mais de um milhão de migrantes no país, muitos vindos de zonas de guerra no Oriente Médio, o apoio ao AfD se alastrou. O partido teve 10,2% dos votos na eleição de ontem na Baviera, conquistando pela primeira vez assentos no parlamento do estado – onde tradicionalmente o partido conservador União Social Cristã (CSU), aliado da coligação da chanceler Angela Merkel, sempre teve maioria absoluta. O Partido Verde, ambientalista e pró-imigração, aumentou seu quadro no estado, conquistando 17,5% dos votos e ficando em segundo lugar, atrás do CSU, com 37,2%.

Em agosto, grupos de extrema-direita na cidade de Chemnitz entraram em confronto com a política e perseguiram pessoas que acreditavam ser estrangeiras depois que um homem alemão foi morto a facadas e dois migrantes foram acusados pelo crime. Protestos semelhantes também aconteceram em Dresden, Koethen e outras localidades.

Merkel já acusou políticos do AfD de usarem os protestos violentos para incitar tensões sociais.

Ainda assim, o número de ataques contra refugiados e asilados na Alemanha teve uma queda drástica na primeira metade do ano.

Antes da eleição regional na Baviera no fim de semana passado, duas empresas haviam alertado os funcionários sobre os riscos do populismo, enquanto o presidente da federação de indústrias alemãs afirmou que a economia poderia ser prejudicada pela onda de nacionalismo.

*Com informações da CNN

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Brasil de Fato PR chega à 100ª edição e realiza plenária da comunicação popular

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 14:20
Debate O evento reunirá mídias alternativas para pensar estratégias e rumos na atual conjuntura Ana Carolina Caldas | Comunicadores populares estão convidados para encontro de trocas de experiências e ideias para fortalecimento e defesa da democracia Arte: Vanda Moraes

Chegando a sua centésima edição em dois anos, o Brasil de Fato Paraná, em parceria com o Porém.net, Terra Sem Males, Mídia Ninja e Comunicação Sindical, realiza Plenária da Comunicação Popular. O evento acontecerá nesta terça (16), às 19h, no Centro de Formação e Cultura Marielle Vive, que fica junto à Vigília Lula Livre. O principal objetivo é reunir comunicadores e mídias alternativas para refletir e apontar caminhos de fortalecimento.

Pedro Carrano, coordenador político do jornal Brasil de Fato (PR), diz que a ideia é aproveitar este momento em que se conquista cem edições para reflexão e ação. “Nossa ideia é aproveitar essa conquista para refletir sobre a necessidade da comunicação popular neste momento de risco à democracia, de ascensão do conservadorismo e de disputa do segundo turno para que possamos pensar sobre os meios de comunicação construídos pelos trabalhadores“. 

A Plenária será organizada a partir de provocações feitas por jornalistas de mídias alternativas seguida da mesa de debates com a apresentação de experiências e, por último, debate com o objetivo de traçar estratégias de fortalecimento. “No marco da necessidade de redemocratização da mídia vamos reunir o campo de comunicadores pois temos experiências importantes sendo feitas, vamos pensar como fortalecê-las nesse momento da disputa entre a democracia e o autoritarismo”, explica Carrano.

Programação

ABERTURA
-Como construir uma comunicação coletiva fortalecida que dialogue para além de nós mesmos?

Com Neudicléia de Oliveira, coordenadora do acampamento Lula Livre; Roni Barbosa, coordenador de comunicação da CUT Nacional; e Frédi Vasconcelos, editor do Brasil de Fato Paraná.

DEBATE com representantes do Brasil de Fato PR, Terra Sem Males, http://xn--porm-dpa.net/, MST, MAB, trabalhadores da imagem e público presente.

Local: Centro de Formação e Cultura Mariele Vive – Rua Guilherme Matther, 362. às 19h.

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"É hora é hora, camará": homenagem a mestre Moa em BH

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 14:09
Respeito Integrantes da cultura afro brasileira e apoiadores se reuniram para uma grande roda de capoeira Rafaella Dotta | Para os integrantes do ato, era objetivo de vida do Mestre Moa transmitir a paz e a alegria Foto: Carina Castro

A Praça Sete de Belo Horizonte virou palco, na quinta (11), de uma bonita homenagem a Mestre Moa do Katende, que foi assassinado no domingo (7) por um eleitor do Bolsonaro. Diversos berimbaus dividiram lugar com falas e cartazes: "parem de nos matar" e "Quanto vale a vida de um preto pra você?".

“Canarinho da Alemanha que matou meu curió...”

Mestre Velho Reginaldo, que era próximo de mestre Moa, diz que a “ficha ainda não caiu” sobre perder uma pessoa com tamanho conhecimento e potenciais. "O Moa tinha absoluta clareza do potencial que a cultura e o país podem trazer para todo mundo. Está tudo feito para dar certo e ser bonito. Ainda mais no país que a gente vive. Interesses escusos é que vão criando as dificuldades”, afirmou o mestre.

Várias pessoas proclamaram também a paz. Para os integrantes do ato, era objetivo de vida do Mestre Moa transmitir a paz e a alegria. “Tudo que o Moa queria era que a gente vivesse em harmonia e paz e é isso que nós estamos buscando”, completou Mestre Velho Reginaldo. Disse ainda, que em respeito à memória e respeito a Moa, os capoeiristas e integrantes da cultura afro brasileira tem que se posicionar frente à eleição.

Crescimento da violência

Macaé Evaristo, ex-secretária de Educação do governo de Minas Gerais, compareceu ao ato e falou sobre a onda de violência que ronda as eleições presidenciáveis. Ela, como mãe, disse se preocupar com pessoas LSGT, jovens negros e mulheres ativistas que estão sendo atacadas nas ruas. “Nessa semana nós, mães, temos passado por angústia. Nós queremos vocês vivos chegando em casa todas as noites”, disse Macaé, sugerindo que os jovens tenham cuidado com sua segurança.

Um mapeamento inédito realizado pela Agência Pública em parceria com a Open Knowledge Brasil, revelou que foram pelo menos 70 ataques com motivação política nos últimos 10 dias no país. A grande maioria, 50 deles, foram cometidos por eleitores de Jair Bolsonaro, e 33 deles ocorreram na região sudeste do país. O relatório pode ser acessado no site Vítimas da Intolerância.

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Confira a edição desta segunda-feira (15) da Rede Lula Livre

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 13:40
Rádio Nossa programação vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 9h45 às 10h, na Rádio Brasil de Fato e emissoras parceiras Redação | 192 dias de Vigília Lula Livre Joka Madruga/PT Nacional

Nesta edição da Rede Lula Livre você confere a denuncia de violações de direitos humanos de Lula que a Associação Americana de Juristas realizou durante a última assembléia geral das Nações Unidas em Genebra.
Ouça também as informações sobre a declaração que o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos emitiu nessa sexta-feira(12) na qual manifesta preocupações sobre as eleições brasileiras para este ano.

Você pode ouvir a Rede Lula Lula Livre de segunda à sexta-feira, das 9h45 às 10h, na Rádio Brasil de Fato.

Ouça o Boletim Diário da Rede Lula Livre:

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Ato em homenagem à Marielle distribuiu mil placas de rua no Centro do Rio

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 12:43
Resistência "Guardem como memória, como resistência. Vocês são os legados de Marielle”, disse Mônica Benício Clívia Mesquita | Entre os manifestantes, o ato também reuniu parlamentares e artistas como as atrizes Leandra Leal, Sophie Charlotte e o cantor Leoni Reprodução/Instagram

Neste domingo (14), milhares de pessoas se reuniam no Centro do Rio para uma manifestação pacífica em homenagem à vereadora Marielle Franco, assassinada junto com seu motorista Anderson Gomes no dia 14 de março deste ano. O evento distribuiu aos participantes mais de mil réplicas da placa de rua com o nome da parlamentar defensora dos direitos humanos colocada na Praça Marechal Floriano, na Cinelândia, desde março.

O ato aconteceu em resposta à destruição da placa original por deputados recém-eleitos do PSL, partido de Jair Bolsonaro. Daniel Silveira, eleito deputado federal, e Rodrigo Amorim, deputado estadual mais votado do Rio, aparecem em vídeo gravado uma semana antes do primeiro turno exibindo a placa rasgada durante um comício de campanha.  

A ideia de confeccionar as placas surgiu na internet através de uma vaquinha online que atingiu e ultrapassou a meta de fabricar, a princípio, cem réplicas da sinalização simbólica. Em vinte minutos, mais de 1.500 pessoas tinham contribuído com a campanha de financiamento coletivo. Segundo os organizadores, o valor excedente será doado para projetos apoiados por Marielle Franco. Mônica Benício, viúva de Marielle, recolocou a placa de onde havia sido retirada, na esquina da Câmara de Vereadores, e lembrou sobre a segurança dos presentes que receberam um envelope junto com a placa.

“Vamos embora em segurança, porque a violência só gera mais violência, e essa não é a sociedade que queremos. E vamos mostrar nas urnas, que o amor sempre vence. Guardem as placas no envelope, vamos embora juntos e juntas, direto para um lugar seguro. As placas não devem ser coladas em cima de outras placas nas ruas. Guardem como memória, como resistência. Vocês são os legados de Marielle”, disse Mônica.

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Brasil de Fato lança tabloide especial sobre segundo turno das eleições

Brasil de Fato - seg, 15/10/2018 - 12:05
Disputa Com a manchete “Você decide o futuro do país”, o jornal pretende dialogar com a população sobre o cenário eleitoral Redação | Distribuição do último tabloide especial lançado pelo Brasil de Fato, no mês de agosto, com 1 milhão de exemplares. Júlia Dolce

O Brasil de Fato lançou nesta sexta-feira (12) um jornal tabloide especial sobre o segundo turno das eleições presidenciais. A tiragem deve ultrapassar 3 milhões de exemplares ao longo dos próximos dias e será distribuído em diversos estados do país.

Com a manchete “Você decide o futuro do país”, o jornal pretende dialogar com a população sobre o atual cenário político do país, em que o eleitorado brasileiro decidirá em 28 de outubro se o próximo presidente do país será Fernando Haddad (PT), com as propostas do “O Brasil Feliz de Novo”, ou Jair Bolsonaro (PSL), com “O Caminho da Prosperidade”.

Num mar de confusão e desinformação, com as propagações das Fake News pelas redes sociais, o eleitor poderá conhecer melhor quem de fato é Jair Bolsonaro e quais são suas propostas para o país, como o desmonte das empresas estatais e a entrega dos bens naturais às multinacionais, seus discursos contra os direitos sociais, os processos criminais em que está envolvido e as suspeitas de corrupção que estão por trás do candidato que se diz antissistema e “diferente de tudo o que está aí”.

Além disso, um perfil de Fernando Haddad também fará alusão de como seria um possível governo petista e suas consequências ao povo brasileiro. Dessa forma, o eleitor poderá comparar as medidas dos dois candidatos à presidência responsáveis por travar a maior disputa eleitoral dos últimos anos.

Leia aqui a edição especial compara as propostas e planos de governo de Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL).

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