Virgílio Gomes

Dirigente da AÇÃO LIBERTADORA NACIONAL (ALN).

Nasceu a 15 de agosto de 1933 em Sítio Novo - Santa Cruz, no Rio Grande do Norte, filho de Sebastião Gomes da Silva e Izabel Gomes da Silva. Desaparecido desde 1969. Casado, tinha 3 filhos.

Foi operário da indústria química e dirigente do Sindicato dos Químicos e Farmacêuticos de São Paulo. Preso durante 4 meses em 1964. Perseguido pela sua militância, não conseguia emprego nas fábricas e sobreviveu mantendo um pequeno bar em São Miguel Paulista.

Foi preso no dia 29 de setembro de 1969, na Av. Duque de Caxias, em São Paulo, por agentes da Operação Bandeirantes - OBAN (DOI-CODI/SP).

 

Virgílio Gomes, como tantos brasileiros, saiu do Nordeste, sertão do Rio Grande do Norte, nos anos 50, em busca de uma vida melhor em São Paulo, onde adquiriu sua consciência Política ao se encontrar com as ideias comunistas quando começou a participar das lutas sindicais e conhecer o Partido Comunista Brasileiro.

Ameio das lutas sindicais, adquiriu consciência política e tomou contato com as idéias do Partido Comunista Brasileiro.

 

Em 1964, com o golpe militar.  Virgilio torna-se membro da Ação Libertadora Nacional, organização fundada por Carlos Marighella e Joaquim Câmara Ferreira e comandou uma das ações mais espetaculares da luta de resistência contra a ditadura, o seqüestro do embaixador americano.

 

Virgílio,  "O comandante Jonas" da ALN, foi brutalmente assassinado sob torturas na sede da famigerada Operação Bandeirantes, em 29 de setembro de 1969, e se tornou o primeiro desaparecido político

 

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