Câmara segue sem quórum para votação do Plano Diretor

Nesta terça-feira (29/4), mais de três mil pessoas estão na Câmara Municipal de São Paulo para exigir a aprovação com urgência do novo Plano Diretor da cidade. Apesar disso, até o momento não há quórum para votação no plenário. Os movimentos de moradia, populares e entidades comunitárias afirmam que não sairão do local e cobram a presença dos vereadores. O ato acontece desde as 13h de hoje e tem por objetivo garantir que o plano amplie as áreas para habitação popular em toda a cidade, com a demarcação de ZEIS, priorizando as famílias de baixa renda.

 

Destaca-se também a importância de se instituir a Cota de Solidariedade, em defesa da função social da propriedade, de modo que todo empreendimento para renda alta preveja uma contrapartida social com moradia popular próximo a este empreendimento, além da destinação de parte dos recursos do FUNDURB para a aquisição de terra para moradia popular, com fortalecimento da participação popular. É fundamental ainda que se garanta mais espaços de cultura e lazer para os bairros populares.

 

Fazem parte da mobilização a Central de Movimentos Populares, a União dos Movimentos de Moradia, a Frente de Luta por Moradia, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, a Federação de Associações Comunitárias do Estado de São Paulo, o Movimento Nacional de Luta por Moradia, O Movimento Moradia para Todos e o Movimento Aeroporto Parelheiros Não. Esse conjunto amplo e representativo de movimentos lembra que a aprovação de um plano com todos esses aspectos é urgente e atende aos interesses da ampla maioria da população da cidade de São Paulo. Ressalta-se ainda que os paulistanos não podem permitir que interesses pontuais privados e do setor imobiliário interfiram nesse processo e prejudiquem o povo da cidade. Por isso, a exigência de que a Câmara Municipal de São Paulo não adie mais a votação do plano e dê as respostas que a cidade necessita.

 

Pontos que o Plano Diretor deve considerar

  Ampliar as áreas para habitação popular em toda a cidade, com a demarcação de ZEIS, priorizando as famílias de baixa renda;

              Instituir a Cota de Solidariedade, em defesa da função social da propriedade: todo empreendimento para renda alta deve haver contrapartida social com moradia popular próximo a este empreendimento;

              Destinar parte dos recursos do FUNDURB para a aquisição de terra para moradia popular e fortalecer a participação popular

              Instituir a área rural e assegurar o direito às terras indígenas

              ·Aeroporto em Parelheiros Não! Pela volta do Parque Mananciais Paiol, a instalação de 
todos os parques da cidade;

              Priorizar o transporte coletivo, melhorando a qualidade e diminuindo o tempo das viagens. Trazer a moradia para perto do trabalho e dos eixos viários, pela implantação dos corredores e faixas exclusivas e das ciclovias na cidade;

              Não aos despejos, por uma política de regularização fundiária e urbanização.

              Garantir uma cidade inclusiva para os jovens, negros e negras, crianças, mulheres, 
idosos, população em situação de rua, LGBT e pessoas com deficiência.

              Garantir mais espaços de cultura e lazer para os bairros populares

 

Contatos

 

Assessoria de Imprensa: Maria das Graças Xavier (011) 99157-0100 -95806-5046 - UMM 36672309 / Hugo Fanton (11) 98348-1503

 

Evaniza Rodrigues – 97358-1689 - UMM                            

José de Abraão – 97143-4011 – UMM

Benedito Barbosa – 97418-7161 - CMP

Raimundo Bonfim – 96962-5956 - CMP

Heloisa Soares – 95342-2913 - FLM

Jussara – 95161-9383 - MTST




Mais de três mil pessoas saem às ruas pela aprovação do Plano Diretor em São Paulo

 

Nesta terça-feira (29/4), mais de três mil pessoas estarão na Câmara Municipal de São Paulo para exigir a aprovação com urgência do novo Plano Diretor da cidade. O ato, organizado por Movimentos de Moradia e Entidades dos Movimentos Populares e Comunitários da cidade de São Paulo, acontece a partir das 13h e ressalta a necessidade de que o plano amplie as áreas para habitação popular em toda a cidade, com a demarcação de ZEIS, priorizando as famílias de baixa renda.

 

Destaca-se também a importância de se instituir a Cota de Solidariedade, em defesa da função social da propriedade, de modo que todo empreendimento para renda alta preveja uma contrapartida social com moradia popular próximo a ele, além da destinação de parte dos recursos do FUNDURB para a aquisição de terra para moradia popular, com fortalecimento da participação popular. É fundamental ainda que se garanta mais espaços de cultura e lazer para os bairros populares.

 

Fazem parte da mobilização a Central de Movimentos Populares, a União dos Movimentos de Moradia, a Frente de Luta por Moradia, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, a Federação de Associações Comunitárias do Estado de São Paulo, o Movimento Nacional de Luta por Moradia, O Movimento Moradia para Todos e o Movimento Aeroporto Parelheiros Não. Esse conjunto amplo e representativo de movimentos lembra que a aprovação de um plano com todos esses aspectos é urgente e atende aos interesses da ampla maioria da população da cidade de São Paulo. Ressalta-se ainda que os paulistanos não podem permitir que interesses pontuais privados e do setor imobiliário interfiram nesse processo e prejudiquem o povo da cidade. Por isso, a exigência de que a Câmara Municipal de São Paulo não adie mais a votação do plano e dê as respostas que a cidade necessita.

 

Pontos que o Plano Diretor deve considerar

Ampliar as áreas para habitação popular em toda a cidade, com a demarcação de ZEIS, priorizando as famílias de baixa renda;

Instituir a Cota de Solidariedade, em defesa da função social da propriedade: todo empreendimento para renda alta deve haver contrapartida social com moradia popular próximo a este empreendimento;

Destinar parte dos recursos do FUNDURB para a aquisição de terra para moradia popular e fortalecer a participação popular

Instituir a área rural e assegurar o direito às terras indígenas

Aeroporto em Parelheiros Não! Pela volta do Parque Mananciais Paiol, a instalação de 
todos os parques da cidade;

Priorizar o transporte coletivo, melhorando a qualidade e diminuindo o tempo das viagens. Trazer a moradia para perto do trabalho e dos eixos viários, pela implantação dos corredores e faixas exclusivas e das ciclovias na cidade;

Não aos despejos, por uma política de regularização fundiária e urbanização.

Garantir uma cidade inclusiva para os jovens, negros e negras, crianças, mulheres, 
idosos, população em situação de rua, LGBT e pessoas com deficiência.

Garantir mais espaços de cultura e lazer para os bairros populares

 

Contatos

 

Assessoria de Imprensa: Maria das Graças Xavier (011) 99157-0100 -95806-5046 - UMM 36672309 / Hugo Fanton (11) 98348-1503

Evaniza Rodrigues – 97358-1689 - UMM                            

José de Abraão – 97143-4011 – UMM

Benedito Barbosa – 97418-7161 - CMP

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Jussara – 95161-9383 - MTST