resolução

Nota de solidariedade ao presidente Lula e contra o Estado de Exceção

A história do nosso país é marcada pelo caráter antipopular, antidemocrático e antinacional das classes dominantes, que nunca toleraram que o povo brasileiro tomasse as rédeas dos destinos da Nação. Indígenas, escravos negros, camponeses e trabalhadores que não se submeteram ao projeto de exploração do nosso povo e submissão do país ao imperialismo foram reprimidos, perseguidos e mortos.

A luta de classes no país se intensificou com o aprofundamento da crise econômica, que teve como resultado o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff para limpar o terreno para a implementação do programa neoliberal.

A hora e a vez das Diretas Já!

1. A revelação da delação dos empresários da JBS na qual se apresenta uma gravação em que o golpista Michel Temer avaliza a continuidade de uma mesada para pagar pelo silêncio de Eduardo Cunha na prisão aprofunda as contradições no interior do campo de forças que patrocinaram o golpe  e  o ilegítimo governo Temer.

Instabilidade no campo golpista e desafios das forças populares

1 – O aprofundamento da crise política e econômica exige da militância social a capacidade de apreender o movimento das contradições que dinamizam a luta de classes. O fundamental neste momento é termos iniciativa política para derrotar o movimento golpista. Este breve esforço de análise da presente luta política tem por objetivo subsidiar o conjunto da militância que luta por um Projeto Popular Para o Brasil. A realidade é dinâmica e exigirá mais rigor e ajustes na nossa caracterização da luta de classes.

Cartilha 23 - Saída para o Brasil

Nossa Plenária Nacional Florestan Fernandes ocorreu num momento crucial para o processo político brasileiro. As forças dos inimigos do povo se aqueciam para o ataque contra as regras políticas vigentes e contra os direitos dos trabalhadores do campo e da cidade.

Ano: 
2015

Por que a defesa da antecipação das eleições presidenciais, neste momento, é um grave erro político?

O episódio grotesco da votação da admissibilidade do impeachment no dia 17 de abril atualizou duas contradições estruturais da formação de nossa sociedade. A primeira, é que a classe dominante brasileira mais uma vez reafirma seu caráter anti nacional e  anti povo. Ou seja, combate qualquer arranjo democrático que implique a ampliação da cidadania política e social para os mais pobres. A segunda é que a podridão do sistema político se revelou em cadeia nacional de televisão para toda a população.

Boletim de Conjuntura n. 3 - 19/abr

 1. A aprovação do impeachment na Câmara
 1.1. A Aprovação do Impeachment na Câmara, em jornada que contou com a atenção da imensa maioria da população brasileira, abre caminho para novos passos no processo e aprofundamento da conjuntura de golpe.
 1.2. Ou seja, o Golpe ainda está em curso.
 1.3. A Direita busca acelerar o processo, tendo Eduardo Cunha enviado ainda no dia 18 o processo para o Senado.

Nossa luta crescerá até a vitória

Perdemos apenas uma batalha. A luta contra as forças golpistas segue, apesar do resultado momentâneo. Para alcançá-lo, o golpismo foi obrigado a retirar a máscara, deixando clara a imensa manipulação que construiu. A grotesca votação na Câmara dos Deputados, pedagogicamente, evidenciou o caráter do golpe.  A luta vem despertando nosso povo, recompondo um amplo campo político em defesa da democracia. Nas últimas semanas,  nossa capacidade de luta contra o golpe cresceu a cada dia e demonstramos que somos capazes de derrotá-los, aprofundando nossa unidade e confiando nas potencialidades do povo trabalhador.

Boletim de Conjuntura n. 2 - 11/abr

Estimados companheiros e companheiras, esta semana será decisiva para a luta contra o golpe. Por isso, dedicaremos toda nossa energia mobilizando e organizando a resistência contra o Impeachment. Repassamos agora subsídios para nossas movimentações durante a semana.

Mobilização

1) ORIENTAÇÕES para a semana

1.1. Dedicaremos todos os nossos esforços para derrotar o golpe. Nossa prioridade.

Boletim de Conjuntura n. 1 - 3/abr

Esse boletim não é a posição da Consulta Popular, mas subsídios para o debate nos estados, núcleos e leitura da militância organizados pela Secretaria Nacional. As posições da nossa Organização são divulgadas como Notas Públicas ou Orientações Internas.
Enviaremos regularmente a cada semana e pedimos que seja distribuído com a maior brevidade para toda militância da Consulta Popular.

Nota pública da Consulta Popular em São Paulo sobre as Eleições 2014

“A crítica - a mais implacável, violenta e intransigente - deve dirigir-se não contra o parlamentarismo ou a ação parlamentar, mas sim contra os chefes que não sabem - o mais ainda contra os que não querem - utilizar as eleições e a tribuna parlamentares de modo revolucionário, comunista.