entrevista

Para nós, é necessário retomar a democracia e recolocar a decisão nas mãos do povo brasileiro

FBP. O Plano Popular de emergência e o enraizamento da Frente Brasil Popular estão entre os principais temas da entrevista.

Monyse Ravena

Eduardo Mara é cientista social, doutor em serviço social pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro da Direção Nacional da Consulta Popular. Na entrevista concedida ao Brasil de Fato Pernambuco ele reitera o papel e a importância da Frente Brasil Popular na luta contra o golpe em curso no Brasil." 

Fonte: 

Brasil de  Fato Pernambuco

Entrevista com Marcio Pochmann

 

“Brasil não deveria abster-se de tomar decisões ousadas”, afirma economista

Marcio Pochmann, professor da Unicamp, critica medidas de austeridade como saída para a crise.

Professor do Instituto de Economia da Universidade de Campinas (Unicamp), Marcio Pochmann, intelectual próximo aos governos petistas, defende que as saídas de curto prazo, baseadas na austeridade, não tendem a surtir efeitos benéficos ao país.

Fonte: 

Brasil de Fato

“Movimentos sociais e sindicais precisam de unidade para combater a truculência do governo paulista”

Para dirigente da CUT-SP, criação de fórum unitário no estado de São Paulo irá contribuir nos debates sobre políticas públicas, além de promover ações unitárias. Cerca de 50 organizações estão reunidas na iniciativa que será lançada nesta quarta-feira (13).

Por José Coutinho Júnior,

Brasil de Fato


Fonte: 

Brasil de Fato

Eduardo Mara concede entrevista a TV JC

Para Ricardo Gebrim, engajamento do movimento sindical é decisivo para êxito do plebiscito pela constituinte

Por Thomaz Jensen

O Sindicato recebeu dia 2/6 o advogado Ricardo Gebrim para debate sobre o plebiscito popular pela Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político. Gebrim é membro da coordenação nacional da campanha pelo plebiscito e do conselho editorial do Jornal Brasil de Fato, ex-presidente do Sindicato dos Advogados do Estado de São Paulo e atua como assessor jurídico de Sindicatos.

"Está em curso, no Brasil, uma concentração da propriedade da terra"

 

“Ganhe quem ganhe, continuará tudo igual. Só espero que não ganhe o Aécio, porque aí seria uma guerra”, diz o líder do MST.”

 

A nova classe dominante do campo, se somam aos meios de comunicação para justificar “ideologicamente à população que o agronegócio é a única alternativa possível, que ele sustenta oBrasil, que produz  alimentos mais baratos, etc.”, pontua

 

Entrevista Armando Boito Jr:.A organização é tudo para o movimento popular


 

 

 

Para Armando Boito Jr., professor titular de Ciência Política da Unicamp, vivemos na última década um período de ganhos reais para os trabalhadores. O que teria propiciado isso seriam taxas mais robustas de crescimento econômico e uma nova relação do Estado com o movimento sindical.

 

Fonte: 

Por Gilberto Maringoni

Caros Amigos

Constituinte no Equador garante amplos direitos ao trabalhador

Assim como reivindicam os movimentos sociais no Brasil, Constituinte equatoriana contou com deputados eleitos exclusivamente para ela.Pedro Carrano 

Luiz Wladimir Vargas Anda, Consul Geral do Equador em São Paulo há quatro meses, reuniu-se com lideranças do movimento social e sindical, em Curitiba, no mês de abril.A ideia da conversa era dar um panorama sobre a conjuntura política no Equador. Wargas Anda abordou as garantias conquistadas com a Constituição equatoriana – conquistas semelhantes às que desejam os movimentos sociais brasileiros com a bandeira da Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político.

Fonte: 

foto: Joka Madruga 

Conjuntura, agronegócio e constituinte do sistema político. Confira entrevista com João Pedro Stédile, do MST.

O dirigente nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), João Pedro Stédile, 60, esteve em Salvador no dia 29 de março , onde participou da  Plenária Estadual do Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva. Stédile é graduado em economia pela PUC do Rio Grande do Sul e pós-graduado pela Universidade Nacional Autônoma do México.

Fonte: 

por Marival Guedes, do blog Pimenta

'Orgulho dessa nova geração' Entrevistada com Amelinha Teles

SÃO PAULO. Presa em 1972 com os filhos pequenos, o marido e a irmã pela Oban, Maria Amelia de Almeida Teles conta que foi torturada pelo coronel de reserva Carlos Alberto Brilhante Ustra e pelo "capitão Lisboa", codinome que teria sido do delegado aposentado David Araújo.

 

O GLOBO: A senhora foi torturada por Araújo?

AMELINHA TELES: Fui torturada pelo capitão Lisboa. Na Oban, tinha dois com esse nome, mas acredito que era ele (Araújo).