Brasil de Fato

Divulgar conteúdo
Uma visão popular do Brasil e do mundo
Atualizado: 19 minutos 29 segundos atrás

Molhos de pimenta orgânicos: de acampamento do MST em Goiás para o resto do país

qui, 16/08/2018 - 10:56
Agroecologia Acampados do Dom Tomás Balduíno plantam pimentas e produzem molhos suaves e picantes sem adição de agrotóxicos Simonny Santos | A pimenta é um tempero especial no prato dos brasileiros montagem: Simonny Santos

Com variedade de cores e intensidade de sabor, as pimentas dão um toque especial aos pratos. Na pequena produção de um casal de assentados do acampamento Dom Tomás Balduíno, localizado na zona rural de Formosa, em Goiás, elas vão desde as mais ardidas às mais suaves.

A acampada Sueli da Silva Martins apresenta a sua produção sem uso de agrotóxicos, onde nascem belas malaguetas, biquinhos, entre outras pimentas, utilizadas na produção de molhos suaves e picantes:

“Gosto de trabalhar com a malagueta porque além de ser melhor para saúde, o mercado é bom. Eu trabalho muito com pimenta vermelha porque o molho fica com a cor bonita, e como não utilizamos corante, usamos a pimenta”.

Ela conta que aprendeu a fazer os produtos com as mulheres do MST, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, da qual faz parte e fica feliz ao receber ligações de consumidores parabenizando a qualidade dos molhos. Sueli acredita que essa é uma forma de ter seu trabalho no campo reconhecido pelos moradores da cidade.

A melhor época para plantio é durante períodos chuvosos, já a colheita vai até o mês de junho. Os frutos são retirados das plantas e higienizados, depois eles são armazenados em garrafas pet’s. Em seguida são misturados a outros condimentos como cebola e sal para poder incorporar o sabor. Sueli conta com o apoio do marido, também acampado, Donizete Martins, que além das pimentas cuida de outras variedades no acampamento.

Por mês são produzidos de 6 a 8 litros de pimentas, que garantem uma renda familiar de cerca de 200 reais, uma quantia significativa para a família composta por Donizeth, a companheira e o filho.

Ele explica que gostaria de aumentar a produção, porém, ficam limitados por estarem em acampamento na área ainda enfrenta a impasses judiciais. “Por enquanto vamos zelar pelo que temos porque essa área não é nossa, quando a gente passar para as parcelas vamos fazer produção maior”.

Os molhos saem em direção à capital do Estado, Goiás, que fica a 280 km de distância, e de lá, percorrem outros caminhos para atender a consumidores em todo Brasil. Dona Vasty Martins é quem leva os produtos para serem entregues aos clientes. “São pessoas que conhecem nossos produtos, sabem que é natural. Um vai falando para o outro, porque sabem da procedência, que é puro mesmo. Eles pedem e eu trago (para Goiânia)”.

Muitas vezes, os produtos mal conseguem atender a demanda, devido à quantidade de pedidos ser maior do que os produtos em estoque. São consumidores como a Elizabeth Miranda e Silva, cliente há mais de um ano, que utilizam os condimentos por seu sabor picante agradável, mas também por outro fator muito importante: são livres de agrotóxicos. “Só de saber que não tem veneno para matar praga, tudo natural, é outra coisa”.

Uma simples refeição ganha um toque de intensidade no sabor ao utilizar as pimentas, mas, além de serem boas para o paladar, elas também são fontes de vitaminas e substâncias poderosas para o funcionamento do organismo.

Entre os benefícios conhecidos está seu efeito analgésico natural, devido a uma poderosa substância chamada de capsaicina, que é o princípio ativo da pimenta; ela também ajuda a manter sob controle as taxas de triglicerídeos e colesterol, auxiliando na saúde cardiovascular, além de ser um poderoso termogênico natural, a pimenta é capaz de acelerar o metabolismo do nosso organismo, favorecendo a queima de gordura e uma forte aliada no combate aos radicais livres, uma das propriedades mais interessantes da pimenta é sua capacidade de retardar o envelhecimento do nosso organismo.

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Pará: Sem terra relatam noite do atentado contra o acampamento Hugo Chávez

qui, 16/08/2018 - 10:01
Violência no campo Presentes na Marcha Lula Livre, acampados falaram sobre as diversas violações cometidas durante recente ataque Mauro Ramos | O acampamento Hugo Chávez foi levantado em 8 de junho de 2014, em Marabá (PA) Assessoria de Comunicação da CPT Nacional

Marchantes da Coluna Teresa de Benguela da Marcha Lula Livre, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do Pará, contaram como foram os ataques cometidos por pistoleiros na madrugada de 28 de julho ao acampamento Hugo Chávez, em Marabá (PA). Os trabalhadores denunciam a impunidade do caso e a insegurança em que continuam vivendo as famílias, intimidadas constantemente por jagunços. 

“Estávamos todos animados. Quando deu uma e meia [da madrugada] pistoleiros junto com a Deca [Delegacia de Conflitos Agrários], começaram a atirar, mandando sair de dentro das barracas. Eu sai de dentro da barraca e voltei para pegar meus documentos e eles não deixaram. A gente começou a sair e eles dividiram homens, mulheres e crianças”, conta uma integrante do acampamento que não se identifica por questões de segurança.

No dia dos ataques, a dirigente Maria Raimunda afirmou ao Brasil de Fato que, ao recorrer à Deca, a resposta foi de que “havia ordem de comando superior de que não poderiam agir, mesmo que houvesse uma carnificina".

A integrante do acampamento continua relatando o ataque às famílias: “colocaram a gente no chão e começaram a atirar nos nossos pés. Botaram a gente para correr e começaram a colocar fogo nos carros, nas motos, nas barracas, jogaram cachorros vivos no fogo. Quando nós estávamos indo embora pela estrada eles passaram atirando”.

Outro integrante do MST do estado, presente durante o atentado, destaca o caráter terrorista do ataque: “Crianças, idosos, mulheres e homens tiveram que sair em fila com as mãos na cabeça. Essa noite, as famílias não dormiram, muitas crianças ficaram em pânico e não conseguiram dormir com medo de eles voltarem”. Segundo ele, algumas crianças também sofreram agressões físicas. 

Uma parte das famílias se refugiou em um assentamento próximo, onde se mantém até hoje. Mas, a intimidação e o terror não pararam. “Eles ficam abordando, perguntando se tem vinculação com as famílias acampadas. Se não tem, eles liberam, mas se tem eles humilham ou batem. Você tem que circular até as seis da tarde, se passar disso qualquer movimentação é considerada suspeita”, denuncia o integrante do MST. 

Justiça nula

A impunidade em relação às denúncias não é um fato isolado. No dia 15 de julho de 2017, o acampamento sofreu um incêndio criminoso que destruiu aproximadamente uma tonelada de alimentos. “Arroz, feijão, macaxeira, abóbora, milho, tudo o que tínhamos plantado e inclusive alguns alimentos que já tinham sido colhidos foram queimados”, conta outra integrante do acampamento. 

“Foi feito um boletim de ocorrência, mas não houve apuração nenhuma do Estado para investigar o caso, ficou por isso mesmo”. A esperança de justiça dos acampados em relação ao atentado do dia 28 de julho é escassa: “Foi feito um boletim de ocorrência, com a participação dos advogados da CPT, que deu início a um processo da corregedoria da polícia pra identificar quem foram os autores, mas não temos muita expectativa”. 

Família Saldanha

A área onde foi levantado o acampamento, em 8 de junho de 2014, é onde está a fazenda Santa Tereza, suposta propriedade do fazendeiro Rafael Saldanha. Tanto o MST quanto a Comissão Pastoral da Terra (CPT) questionam a propriedade da área.

“A titularização da área foi feita recentemente, mas é uma documentação forjada, criada. As denúncias dos ataques e a resistência das famílias, levaram a ele [Rafael Saldanha] fazer a documentação, mas antes ele não tinha nenhum documento”.

A família Saldanha possui um histórico de diversos crimes. O irmão de Rafael, Osvaldo Saldanha, foi condenado pela Justiça do Trabalho do Pará e Amapá a pagar R$ 60 mil de indenização, por crime de utilização de trabalho escravo na Fazenda Bandeirante, em Parauapebas (PA). Em 2006, a família Saldanha também foi investigada por envolvimento em sonegação de impostos, concorrência desleal, falsidade ideológica e formação de quadrilha.

“A polícia e o tribunal de justiça não veem esses crimes, não investigam. Eles preferem botar as famílias que querem conquistar um pedaço de terra pra fora e não investigar quem está atacando as famílias à luz do dia. Não há justiça para as famílias sem-terra, mas para o fazendeiro sim”, conclui o integrante do MST.

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Coordenador do MST no Pará, Ulisses Manaças, morre vítima de câncer

qui, 16/08/2018 - 09:45
Luto Comissão Pastoral da Terra, sindicatos e parlamentares manifestaram pesar pelo falecimento Renata Martins | Liderança contribuiu com o combate às violações de direitos humanos MST

O Conselho Nacional de Direitos Humanos publicou, nesta quinta-feira (16), nota de pesar pela morte do coordenador do MST no Pará, Ulisses Manaças, que faleceu de câncer, na terça-feira (14), em Belém.

O CNDH registrou que a liderança contribuiu com o trabalho do conselho no combate às violações de direitos humanos, principalmente, no que se refere ao direito à terra e a defesa dos trabalhos de defensores e defensoras de direitos humanos no norte do país. 

Em junho, Ulisses esteve presente em audiência Pública do Conselho sobre violência no campo e conflitos socioambientais.

Por diversas vezes Manaças participou de reportagens da Rádio Nacional. Em dezembro, ele deu entrevista sobre conflitos por causa de terra em Marabá. Nas considerações finais da entrevista, Manaças destacou que era importante sensibilizar as pessoas para a questão da luta pela terra no país e apontou o que pra ele seria a solução para as mortes no campo.

Outras entidades, como a Comissão Pastoral da Terra, sindicatos e parlamentares também manifestaram pesar pela morte do coordenador do MST no Pará.

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Editorial: Candidatura registrada. Qual será o papel do Judiciário?

qui, 16/08/2018 - 09:41
Eleições 2018 De um lado: uma condenação frágil. De outro, grande expectativa de uma população que apenas perdeu direitos desde 2016 Redação | O Brasil de Fato definiu a defesa da candidatura de Lula, condenado de forma brutal em sentença questionável do TRF-4. Matheus Alves

No dia 15 finalizou os registros dos nomes que concorrem à presidência nas eleições mais indefinidas desde 1989. São, ao todo, treze candidaturas, sendo três delas de esquerda, com visibilidade – Lula (PT), Ciro (PDT) e Boulos (Psol). O ex-presidente Lula, mesmo preso em Curitiba, é líder nas pesquisas e segue sendo o centro das atenções da política nacional.

O Judiciário, a partir de agora, estará nos holofotes até 7 de outubro, data do primeiro turno das eleições. Isso porque, no caso de Lula, o Supremo Tribunal Federal (STF) decide se pauta ou não a Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) sobre o início da execução da pena após a condenação em segunda instância.

A postura do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também é tema de dúvidas, se tentará impugnar a candidatura de Lula baseado na Lei da Ficha Limpa – a qual cabe recurso da defesa. Em meio a isso, o apoio massivo de movimentos populares é para que Lula tenha direito a concorrer, uma vez que não há apresentação de provas contra ele e os recursos da defesa não foram encerrados. 

Há chance de conflitos caso o Judiciário decida manter Lula incomunicável, sem participar de debates ou mesmo concorrer à presidência. Então, de um lado: uma condenação frágil. De outro, grande expectativa de uma população que apenas perdeu direitos de 2016 para cá.

O Brasil de Fato definiu a defesa da candidatura de Lula, condenado de forma brutal em sentença questionável do TRF-4. Tornar pública nossa posição é uma forma de franqueza com o leitor, o que não significa abrir mão em nossas páginas da pluralidade de ideias, da análise e da fidelidade aos fatos. Afinal, buscamos um país com desenvolvimento, políticas sociais e valorização de trabalhadoras e trabalhadores.  

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

MP propõe ações para governo do Pará e Hydro Alunorte contra danos socioambientais

qui, 16/08/2018 - 09:37
Barcarena Promotores solicitam que a empresa pague de imediato R$ 28 milhões em multas Juliana Cézar Nunes | Instalações da mineradora Hydro Alunorte, acusada de ser responsável por um vazamento, em Barcarena Igor Brandão/Agência Pará

O Ministério Público Federal e o Ministério Público do Pará apresentaram esta semana uma proposta de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para o governo do Pará e para a empresa Hydro Alunorte.

O objetivo do acordo é garantir medidas emergenciais para cessar danos socioambientais supostamente causados pelo vazamento na planta industrial da Hydro Alunorte em Barcarena, que teria ocorrido em fevereiro de 2018.

Entre as medidas propostas para o governo paraense estão a suspensão de todos os licenciamentos na área do Distrito Ambiental de Barcarena até a identificação das comunidades tradicionais existentes na região.

Para a empresa Hydro Alunorte, os procuradores e promotores solicitam o pagamento imediato de R$ 28 milhões em multas até 10 dias após a assinatura do acordo. O dinheiro seria destinado ao atendimento das comunidades atingidas e fiscalização das fábricas em Barcarena.

O Ministério Público quer ainda que seja criado um Comitê de Acompanhamento para o cumprimento das medidas. O comitê seria externo e independente, composto por participantes da sociedade civil, e teria acesso às informações mensais sobre a execução dos compromissos.

O termo de ajustamento de conduta proposto para o governo do Pará e para a empresa Hydro Alunorte tem prazos para efetivação das diferentes medidas que variam de 10 dias a 1 ano. Após esse período, medidas de prevenção e responsabilidade ambiental devem ser tomadas em caráter definitivo.

Em nota, a Alunorte afirma que teve conhecimento da proposta feita pelo Ministério Publico e avalia os termos apresentados. A empresa não reconhece a ocorrência de qualquer vazamento ou transbordo de suas bacias e depósitos de resíduos sólidos em Barcarena.

Procuramos o governo do Pará, mas até o fechamento desta reportagem, não recebemos retorno sobre o acordo proposto pelo Ministério Público. 

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Lula candidato, cinco meses sem Marielle e classificação do Flamengo no BDF RJ 278

qui, 16/08/2018 - 09:00
BDF 278 Leia sobre iniciativas de agroecologia no Rio, as bicicletas mudando a vida de moradores de Queimados e muito mais Redação | Nosso tabloide é distribuído nas estações de trens e metrô na Central do Brasil, Pavuna, Coelho Neto e nas barcas em Niterói toda quinta Brasil de Fato

A EDIÇÃO 278 DO BRASIL DE FATO ESTÁ NAS RUAS DO RIO!

Saiba como foi o registro da candidatura de Lula à presidência no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em Brasília. Milhares de pessoas, de todo o Brasil, viajaram para a capital federal para acompanhar e apoiar a chapa de Lula-Haddad-Manuella para a presidência da república nas eleições de outubro. A Marcha para defender a liberdade de Lula foi organizada pela Via Campesina, pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e por outros movimentos populares.

Leia também: Nos cinco meses da morte de Marielle Franco, projetos da vereadora são aprovados no Rio e agora a tribuna da Câmara de Vereadores da cidade leva o nome da defensora dos direitos humanos assassinada em março com seu motorista, Anderson Gomes. Depois de 150 dias do crime, ainda não foram revelados os responsáveis.

No esporte, Flamengo arranca a classificação na raça! Gol de Everton Ribeiro logo no começo do jogo garante o Fla nas semi finais da Copa do Brasil. No Rio, iniciativas valorizam produção e distribuição de alimentos agroecológicos como o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) que investe em abastecimento popular e contato com consumidor e muito mais!

A versão impressa do nosso tabloide é distribuída de forma gratuita nas estações de trens e metrô na Central do Brasil, Pavuna e Coelho Neto, além das barcas em Niterói toda quinta-feira a partir das 5h. Você também pode ler a versão online no link: Brasil de Fato 278.

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Casa Amarela: da estação de trem ao bairro

qui, 16/08/2018 - 09:00
Qual é o bairro? Bairro recebe este nome por conta de uma casa que mantém até os dias de hoje a coloração amarela Da Redação | O bairro é conhecido pelo seu mercado popular, feira-livre, forte comércio e vibrante presença de gente nas ruas durante todo o dia Prefeitura do Recife

Casa Amarela é um dos maiores e mais populosos bairros do Recife. Localiza-se na região norte da cidade. Famoso pelo seu mercado popular, feira-livre, forte comércio e vibrante presença de gente nas ruas durante todo o dia. A povoação do bairro apareceu ao redor do Arraial Velho do Bom Jesus, depois da ocupação holandesa em Pernambuco. O nome é bem antigo, assim como a história do nome. Antigamente no bairro existia o final de uma das linhas de bonde do Recife, e acabava exatamente em um sítio, que tinha uma casa, de propriedade do português Joaquim dos Santos Oliveira, que para ali se mudara a conselho médico, para tratamento da tuberculose que o acometera.

Curando-se da doença, o proprietário mandou pintar a casa de ocre (argila colorida de cor amarelada acastanhada), e assim foi ficando conhecido o final da linha do bonde, Casa Amarela, surgindo, dessa forma, o nome do bairro. A casa hoje é a farmácia Preço Certo, na esquina da rua Padre Lemos com a Estrada do Arraial, em frente ao Mercado Público de Casa Amarela. Mas, ao longo do tempo, teve diversos usos. Curiosamente, mantém a cor amarela tradicional. Já foi considerado o bairro mais populoso do Recife, desmembrado da freguesia do Poço da Panela. Dele faziam parte os bairros do Morro da Conceição, Vasco da Gama, Nova Descoberta, Tamarineira, Macaxeira, Mangabeira e Alto José do Pinho.

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Previsão do tempo para quinta-feira (16)

qui, 16/08/2018 - 08:50
Clima Saiba como estará o clima nas cinco regiões do Brasil Rede Nacional de Rádio | Previsão do tempo Karina Ramos | Bdf

Previsão do Tempo com informações do Instituto Nacional de Meteorologia. 

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Ouça o Programa Brasil de Fato – Edição Rio de Janeiro – 15/08/18

qui, 16/08/2018 - 08:00
Rádio O encerramento da Marcha Nacional Lula Livre e os rumos das eleições no Rio e no Brasil são os destaques da edição Redação | Ato de registro da candidatura de Lula Júlia Dolce

O programa da última quarta-feira (15) acompanha as manifestações e debates em torno das eleições 2018.

Em entrevista, o cientista político e professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) Darlan Montenegro analisa o cenário da política fluminense e comenta sobre as possibilidades de mudança que se apresentam no quadro político nacional.

Correspondentes do Brasil de Fato trazem as notícias do ato que reuniu milhares de pessoas nas ruas de Brasília em defesa da democracia e da candidatura de Lula a presidente do Brasil.

No quadro “Fala Povo”, a pergunta é: como você escolhe os seus candidatos? E no quadro “Nossos Direitos”, a advogada Adília Sozi, da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares, explica sobre como (e a quem) reclamar sobre os serviços de telecomunicações.

Na coluna de esportes, o clima para a partida de Flamengo e Grêmio pela Copa do Brasil. 

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Ato simbólico ocorre no mesmo momento de registro de candidatura de Lula

qua, 15/08/2018 - 22:34
VIGÍLIA LULA LIVRE Na frente da superintendência da PF, em Curitiba, movimentos populares organizam ato político e celebram resistência Camila Vida | Foi informado aos militantes ali presentes, em frente ao prédio da superintendência da Polícia Federal, que o registro havia sido feito Joka Madruga

Nesta quarta-feira (15), a Vigília Lula Livre, em Curitiba, promoveu um ato político para marcar o momento do registro da candidatura de Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ato foi feito na mesma tarde da mobilização organizada em Brasília.

Às 17h30, foi informado aos militantes ali presentes, em frente ao prédio da superintendência da Polícia Federal, que o registro havia sido feito, notícia recebida com aplausos.

Estiveram presentes diversas organizações e movimentos populares, caso da CUT, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Consulta Popular, sindicatos da capital e do interior do estado, metalúrgicos, bancários, petroleiros, professores estaduais, movimentos de moradia, entre outros, ao lado de militantes e candidatos do Partido dos Trabalhadores, caso de Dr Rosinha e Anaterra Viana, nomes para governador e vice ao governo do estado.

Firmeza

Robson Formica, dirigente nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) colocou a importância da firmeza da militância nesse momento. “Uma campanha em meio a um Estado de Exceção, em meio a um golpe de Estado, portanto a luta popular deve se intensificar, a mobilização popular e a campanha eleitoral devem andar de mãos dadas”, explicou.

Injustiça

Hillma de Lourdes, do Movimento Nacional de Luta por Moradia (MNLM) relatou que quando esteve presente na criação do Ministério das Cidades, foi testemunha de momento em que o cidadão teve de fato, representatividade. “Pensar a cidade, pensar a reforma urbana e uma nova forma de convivência é nosso dever. Mas para isso precisamos eleger o companheiro Lula. É triste ver as pessoas sem ter o direito a morar, e um juiz inescrupuloso ganha R$ 4.300 de auxílio-moradia, isso é roubo”, declarou Hilma.

Pressão

Florisvaldo Souza, dirigente nacional do PT, afirmou que o momento é de pressão. “Agora nós temos que fazer todo tipo de pressão; aqui na Vigília, nos lugares em que atuamos politicamente; para que o judiciário não cometa mais o absurdo de tentar impedir a candidatura do presidente Lula, que é a vontade do povo brasileiro, principalmente a vontade do povo pobre”, declarou.

O ato, que também contou com apresentações de artistas populares, se encerrou com  apresentação de poemas, canções e o tradicional Boa Noite Presidente Lula.

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Em São Paulo, manifestantes participaram de ato em apoio à candidatura de Lula

qua, 15/08/2018 - 20:45
Mobilização Mobilização, em frente ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), ocorreu simultaneamente ao ato em Brasília Júlia Rohden | Organizado pela Frente Brasil Popular, manifestação na capital paulista teve faixas em defesa do ex-presidente Júlia Rohden

Paralelamente ao ato nacional realizado próximo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, que reuniu cerca de 50 mil pessoas para acompanhar o registro da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência, manifestantes se reuniram em frente ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo.

O ato em São Paulo, organizado pela Frente Brasil Popular, ocorreu por volta das 17h desta quarta-feira (15), data limite para o registro de candidaturas ao pleito 2018.

De acordo com Antonio Pedro Souza, integrante da Frente Brasil Popular, o objetivo foi reunir apoiadores do ex-presidente que não puderam ir até Brasília.

A aposentada Sebastiana Toledo é uma das que reforçaram o ato em São Paulo. "O governo dele [Lula] mudou bastante as nossas vidas, porque ele é do lado do pobre e esse que está aí [Michel Temer] é do lado do rico. Por isso, esse povo está aqui. Eu queria poder estar em Brasilia, como não posso estou aqui", explica. 

Liciane Andrioli, da coordenação do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), afirma que o ato é para denunciar a prisão política de Lula e lembra que ele segue em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto.

Para Andrioli, a Marcha Nacional Lula Livre, que reuniu cerca de cinco mil trabalhadores rurais num trajeto de mais de 50 km até Brasília, tem importância histórica. "Foi muito importante a organização da Marcha, pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e pela Via Campesina, para marcar essa data que é histórica no nosso país. Nunca, na história do Brasil, tivemos um candidato preso que gerasse todo esse processo de mobilização e de luta para garantir o registro de sua candidatura", afirma. 

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Para entender por qué Lula puede participar en las elecciones de octubre

qua, 15/08/2018 - 20:19
JUSTICIA ELECTORAL En 2016, 145 candidatos a alcaldías disputaron elecciones procesados; cerca de 70% de ellos revirtieron la desestimación Katia Guimarães | Después del Tribunal Superior Electoral, la cuestión de Lula puede ser llevada al Supremo Tribunal Federal Lula Marques/Agencia PT

A pesar de la presión para que el Tribunal Superior Electoral (TSE) acelere el proceso de juzgamiento de un posible pedido de impugnación de la candidatura del ex presidente Luiz Inácio Lula de Silva, la Justicia Electoral tiene plazos legales a cumplir y, en última instancia, la palabra final es del Supremo Tribunal Federal (STF). En las elecciones de 2016, 145 candidatos se inscribieron y participaron en las elecciones estando enjuiciados, finalizado el proceso electoral, 70% de ellos consiguieron revertir la desestimación de sus candidaturas.

El Partido de los Trabajadores inscribe la candidatura de Lula este miércoles (15) en el TSE, realizando un gran acto político en Brasilia. Tres columnas reunieron 5 mil integrantes del Movimiento de Trabajadores Sin Tierra (MST), que se encontraron en la capital federal con miembros de diversos movimientos sociales y líderes políticos en defensa de la libertad del ex presidente y de su derecho a ser candidato. La expectativa es reunir hasta 30 mil seguidores de Lula. Con la intención de sensibilizar al Poder Judicial, siete militantes están en huelga de hambre hace 15 días.

Para el abogado Fernando Amaral, especialista en Derecho Electoral, la previsión del tránsito en juzgado y la presunción de inocencia, previstos en la Constitución Federal, tienen prevalencia sobre los dispositivos contenidos en la Ley de Ficha Limpia, principalmente porque los recursos relativos a la condena en el caso del triplex de Guarujá (SP) aún no se agotaron. “El hecho que me parece evidente, en el caso del presidente Lula y en el caso de las otras elecciones, es que la cláusula constitucional, que define la pérdida de los derechos políticos e impide candidaturas, es una cláusula que exige agotar todas las instancias del juicio. No es el caso del presidente Lula”, afirma.

Según Amaral, al mismo tiempo que existe el entendimiento de que la decisión en segundo grado vuelve al candidato inelegible por ocho años, también es verdad que al no haberse agotado todas las instancias, se abre la posibilidad de revertir la situación jurídica. “Si es verdad que la Justicia Electoral juzgó y aplicó la Ley de Ficha Limpia, también existe otro precedente”, dice. “Vamos a suponer que el proceso del presidente Lula fuera juzgado por algunas de las instancias en ese momento y tuviese algún tipo de reversión, eso no es imposible que suceda.  ¿Qué vamos a hacer? ¿Vamos sacar a un candidato escogido con base en qué?”, indaga.

Según Amaral, la posibilidad de que la Justicia Electoral desestime de oficio o inclusive rápidamente el pedido de inscripción de la candidatura de Lula irá manchar el proceso electoral. “El Poder Judicial tiene que tener mucha responsabilidad en el juzgamiento de ese pedido de inscripción del presidente Lula porque no puede en ese caso tener un tratamiento absolutamente diverso de la tradición de la jurisprudencia que existe”, afirma al defender que la Justicia Electoral, inclusive, leve en consideración las pruebas de inocencia presentadas por los abogados de Lula en relación al caso triplex. “Cualquier posibilidad para hacer de oficio, como acelerar, me parece absolutamente arriesgado para el proceso democrático”, completa.

Al hacer críticas al activismo del Poder Judicial, el abogado va más allá y defiende que soberanía popular, una vez que Lula está en primer lugar disparado en las encuestas de intención de voto, sea tomada en cuenta. “Tenemos un problema objetivo en el proceso judicial brasileño, que es ese activismo que absolutamente notable en los últimos años. El Poder Judicial, desgraciadamente, se ha posicionado en varios momentos, antes de que el caso concreto llegue para análisis de los jueces, de los magistrados, eso además de ser peligroso, en la teoría del buen derecho lastima la ecuanimidad de los jueces”, afirma.

“Quien tiene que decidir quien gobernará es el pueblo, aquel que la Constitución determina quien va a escoger quien va a gobernar por los próximos años es el voto. Sin permitir ese debate, queda evidente que el presidente fue impedido del derecho de postular a su candidatura”, añade. Fernando Amaral enfatiza además que el STF tiene el deber de enfrentar esa cuestión “independientemente de la cuestión jurídica”. “Si el presidente Lula va a segunda vuelta eso tiene un significado importante […], no da para decir que la población no sabe lo que sucedió, la población juzgó y ahí ¿nosotros no vamos a discutir en ningún momento la soberanía popular?”, cuestiona.

Por más que el TSE sea ágil, conforme parecer jurídico encomendado por el PT, inclusive cumpliendo los plazos mínimos, la decisión más rápida posible ocurriría hacia la mitad de la campaña, cerca de 25 días después de la inscripción.

Los alcaldes que estaban siendo procesados, en las últimas elecciones fueron electos sin que siquiera hubiera decisión sobre sus candidaturas. Hubo casos en que la Corte demoró 150 días para valorar. Con base en esos datos, el PT pretende llevar la candidatura del ex presidente Lula adelante, inclusive porque sus derechos políticos no están casados, lo que está garantizado por la Constitución. Vale recordar que, inclusive durante el proceso de juzgamiento de la impugnación, el puede hacer campaña y, a partir de la inscripción, Lula puede participar en debates y conceder entrevistas.

En caso de que el TSE decida impedir que Lula participe sobre la base de la Ley de Ficha Limpia, el líder petista todavía tiene el derecho de apelar al STF, pero el partido tendrá una encrucijada por delante, pues la legislación electoral determina el 17 de septiembre, como el plazo final para el cambio de candidatos a la Presidencia. Hasta esa fecha el partido tendrá que escoger entre sustituir a Lula o apelar. En la segunda hipótesis, existe oportunidad legal de que el nombre del ex mandatario, líder en las encuestas, figure en las urnas electrónicas, incluso preso. En caso de victoria, un dispositivo previsto en la Ficha Limpia asegura este derecho hasta la posesión del candidato electo. Y esa debe ser la opción de Lula y del PT.

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Após Interpol "condenar" Moro, Lava Jato leva mais duas derrotas no STF

qua, 15/08/2018 - 19:42
Desmoralização Supremo determina que denúncias baseadas apenas em delações premiadas não podem mais ser recebidas Juliana Gonçalves | Juristas questionam a competência de Moro nos processos da Operação Lava Jato Lula Marques/AGPT

Dez dias depois de Sérgio Moro ser desmoralizado pela Interpol, que constatou conduta parcial do juiz à frente da Operação Lava Jato e indícios de que ele feriu a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o juiz de primeira instância acaba de sofrer mais duas derrotas.

Na última terça-feira (14), a Segunda Turma do Superior Tribunal Federal (STF) decidiu retirar das mãos de Moro os depoimentos de seis delatores da Odebrecht, que tentavam incriminar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro Guido Mantega (PT).

O advogado Yuri Felix, membro do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCcrim) e professor de processo penal, comenta que, há tempos, juristas fazem questionamentos sobre a competência de Moro, juiz de primeira instância, conduzir os processos da Lava Jato. 

"Isso é motivo de lamentação, porque já deveria ter sido feito faz tempo. Não somente os processos que citam o ex-presidente [Lula], mas ao que tange toda ou grande parte da Operação Lava Jato, que não é da competência do juiz Sérgio Moro. Não vou entrar em questões de imparcialidade ou arbitrariedade, mas, para mim, o juiz de Curitiba é flagrantemente incompetente no que tange à imensa maioria dos processos relacionados a Operação Lava Jato", declara Felix.

Delação premiada

Outra derrota de Moro, votada no mesmo dia pelo STF, diz respeito à tese levantada pelo ministro Dias Toffoli e recebeu o apoio de Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. Agora, segundo entendimento do Supremo, uma denúncia baseada apenas em delação premiada não pode ser recebida. Ou seja, se houver apenas os depoimentos dos delatores, um inquérito não pode ser transformado em ação penal e, portanto, deve ser arquivado. As delações foram as grandes ferramentas usadas por Moro durante a Lava Jato.

Rafael Borges, advogado criminalista e conselheiro da Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro, considera a decisão "absolutamente correta". "A fala do delator não pode nunca, jamais, em tempo algum, ser considerada isoladamente como prova de prática criminosa", alerta. 

Borges ressalta que o Supremo está seguindo apenas o que a lei brasileira já prevê. O advogado cita a Lei 12.850, de 2013, sobre organização criminosa, que, em seu artigo quarto, parágrafo dezesseis afirma: "Nenhuma sentença condenatória será proferida com fundamento apenas nas declarações de agente colaborador".

"O que o Supremo está dizendo é o seguinte: se eu não posso condenar apenas com base na palavra do agente colaborador, não faz sentido que eu inicie um processo só com base na palavra desse agente colaborador", esclarece o criminalista 

Em consonância com o que traz Borges, Felix do IBCCRIM pontua ainda que o processo penal democrático estabelece que, para uma acusação penal, é preciso superar dúvidas e ter elementos concretos. "A boa técnica processual penal aponta que a delação, a colaboração premiada, não é uma prova. É um meio de obtenção de prova, uma mera delação não pode subsidiar o recebimento de uma denúncia, a boa técnica processual diz isso", pondera.

Por fim, o conselheiro da OAB/RJ alerta ainda como a decisão dialoga com a presunção de inocência:"essa decisão do Supremo, além de refletir a legislação ordinária aplicável sobre o tema das delações, é reflexo da garantia constitucional de presunção de inocência".

Ele explica que a presunção de inocência não pode ser desconstruída apenas com a fala de um terceiro, já que essa garantia faz parte do texto constitucional.

Interpol

A conduta de Moro, de acordo com a Interpol, lançou dúvidas sobre a existência de um julgamento justo contra o ex-funcionário da Odebrecht, Rodrigo Tacla Duran, que tinha sido incluído na lista de procurados internacionais.

O Comitê de Controle de Arquivos da Interpol apontou violação de leis e normas do Direito internacional, reconhecidas pelo Brasil. Entre as evidências apresentadas à Interpol estão as reiteradas decisões de Moro de negar que Duran seja incluído como testemunha de defesa de Lula. 

Outra evidência foi a entrevista de Moro ao programa Roda Viva, da TV Cultura, em março de 2018. Nela, o magistrado fala abertamente sobre o processo, o que violaria regras éticas da magistratura.

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Impugnação automática de candidatura não tem previsão legal

qua, 15/08/2018 - 19:16
Eleições Rosa Weber defendeu possibilidade ao assumir a presidência do TSE; para juristas, medida fere a "inércia da Justiça" Rafael Tatemoto | Impugnação de ofício pela Justiça tem previsão somente em resolução do próprio TSE Carlos Humberto/SCO/STF

Ao assumir a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quarta-feira (15), a ministra Rosa Weber afirmou que, nos processos de registro de candidatura, se não houver contestação, a Justiça Eleitoral poderia declarar “de ofício”, ou seja, automaticamente, a impugnação de um candidato. 

Weber se referia à Resolução 23.548, publicada pelo TSE em 18 de dezembro de 2017. Em seu artigo 51, a Resolução prevê a possibilidade de o Tribunal Eleitoral indeferir um registro, "ainda que não tenha havido impugnação", quando o candidato for "inelegível ou não atender a qualquer das condições de elegibilidade". Contudo, o documento estabelece que, mesmo nestas condições, o candidato deve ser ouvido antes de qualquer decisão do relator do processo.

A Lei Eleitoral, por outro lado, prevê apenas que candidatos, coligações e partidos adversários, além do Ministério Público Eleitoral, poderiam apresentar ação de contestação. 

Renato Ribeiro, advogado e professor de direito eleitoral, entende que, nesses casos, deve prevalecer o princípio da “inércia da Justiça”. Ou seja, o Poder Judiciário só deveria agir após ser provocado pelas partes. Assim, em sua opinião, deve haver manifestação contrária da Promotoria ou dos adversários para que haja impugnação.

“A Justiça Eleitoral, a partir do registro de candidatura, dá oportunidade de cinco dias para que ofereçam uma ação de impugnação. O candidato tem sete dias para se defender. Logo em seguida, vai-se proferir uma sentença. Existe um processo legal”, esclarece. 

Caso Lula

No caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, há poucas possibilidades de que não haja contestação por algum de seus adversários, o que afastará a discussão sobre a validade da Resolução do TSE.

Caso a candidatura de Lula seja impugnada, o petista tem direito de permanecer na disputa eleitoral até o fim de todos os recursos, podendo participar dos atos de campanha, incluindo horário eleitoral gratuito e debates presidenciais. É o que defende Fernando Neisser, advogado eleitoral que representa o ex-presidente. 

Neisser explica que, com base no artigo 16 da Lei Eleitoral brasileira, Lula continuará a rotina como candidato, mesmo se impugnado, "até o trânsito em julgado do processo de registro de candidatura, ou seja, vai se discutir isso no TSE, vai ter embargos de declaração no TSE, vai se subir para o Supremo [Tribunal Federal]. É a literalidade da Lei”.

Registro

Nesta terça-feira (15), cerca de 50 mil pessoas se concentraram em Brasília para protocolar o registro da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à presidência da República pelo Partido dos Trabalhadores (PT)

Uma comissão foi a responsável por entregar o pedido de registro junto à Justiça Eleitoral, liderada pela senadora Gleisi Hoffmann, a ex-presidenta da República Dilma Rousseff, Fernando Haddad, atual candidato a vice da chapa de Lula, e Manuela D´Ávila, parceira da coligação e deputada estadual do Partido Comunista do Brasil (PCdoB-RS).

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Milhares de pessoas "registram" Lula candidato

qua, 15/08/2018 - 18:53
Eleições 2018 Movimentos populares reúnem 50 mil em Brasília, para acompanhar o ato de registro no TSE Leonardo Fernandes | "Uma mentira não é capaz de destruir com uma relação de 40, 50 anos com o povo”, disse Fernando Haddad, candidato a vice de Lula Matheus Alves

Pela primeira vez na história do Brasil, um candidato a presidente é registrado na companhia de milhares de brasileiros e brasileiras. Nesta quarta-feira (15), cerca de 50 mil pessoas se concentraram em Brasília, para protocolar o registro da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

A entrega do pedido de registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi feita por uma comissão liderada pela presidenta do PT, a senadora Gleisi Hoffmann, a ex-presidenta Dilma Rousseff, o candidato a vice na chapa Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, e a parceira de coligação, a deputada federal do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Manuela D'Ávila.

Entre os manifestantes, participaram do ato os mais de cinco mil trabalhadores rurais que marcharam por mais de 50 quilômetros nos últimos cinco dias, culminando na capital federal.

Kelli Mafort, da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), afirmou que a mobilização em Brasília superou as expectativas e demonstrou que o povo brasileiro sabe o que quer.

“Quem está aqui hoje fazendo essa luta está representando aqueles milhares e milhares de brasileiros e brasileiras que já manifestaram que querem eleger presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. E essa é uma luta histórica, porque mostra que o registro de uma candidatura não deve ser apenas um ato burocrático. Mas uma construção coletiva, como a que estamos vendo hoje”, afirmou.

Fernando Haddad disse que a consolidação da candidatura de Lula é uma demonstração de que a estratégia golpista está perto do fim.

“Eles queriam que o povo desistisse do Lula. Eles queriam a todo custo que o povo esquecesse do Lula. Mas o povo conhece o Lula. Uma mentira não é capaz de destruir uma relação de 40, 50 anos com o povo”, disse Haddad, que ainda leu uma mensagem, enviada por Lula.

"A partir de amanhã vamos percorrer o Brasil. Cada um de vocês terá que ser Lula caminhando pelo Brasil, fazendo campanha", escreveu o agora candidato, preso político desde o dia 7 de abril em Curitiba.

Pouco antes de entrar no prédio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a senadora paranaense Gleisi Hoffmann, falou aos manifestantes.

“Estamos aqui de cabeça erguida, para dizer a eles [a direita] que nós não temos medo. Acreditamos no povo brasileiro. O registro dessa candidatura é uma vitória para nós”, declarou.

Edson Carneiro, membro da intersindical e do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), que tem candidato próprio à Presidência, também esteve no ato em Brasília e destacou a necessidade de defender a liberdade e o direito de Lula ser candidato.

“Nós temos claro que a tentativa do Judiciário, da Rede Globo, da direita, do sistema financeiro de impedir a candidatura do ex-presidente Lula é uma ação que busca aprofundar a retirada de direitos e consolidar o golpe. Portanto, nós não temos dúvidas em estar aqui para dizer que o presidente Lula tem o direito legítimo de ser candidato. E não é um direito só dele, mas dos milhões e milhões de brasileiros que querem votar nele”.

Parlamentares, governadores, artistas, intelectuais, representantes de movimentos populares e sindicais também estiveram presentes no ato em frente ao TSE.

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Cinema gaúcho retrata os caminhos do golpe

qua, 15/08/2018 - 17:18
Documentário Filmes juntam-se à onda de produções que percorrem os caminhos do golpe político-jurídico-midiático de 2016 Simone Lersch | Já Vimos Esse Filme retrata a divisão do país simbolizada pelo muro colocado no gramado da Esplanada dos Ministérios Divulgação

Concebidas a partir de Porto Alegre, capital com história na defesa da legalidade e da democracia, ambos chegam à tela do Cinebancários, em Porto Alegre, neste mês de agosto. GOLPE (70 minutos), de Guilherme Castro e Luiz Alberto Cassol, ganha exibição nos dias 14, 15 e 16 e Já Vimos Esse Filme (78 minutos), de Boca Migotto, tem lançamento no dia 24 no mesmo espaço e mais na Casa da Democracia, em Curitiba.

Os documentários reúnem testemunhos de cientistas sociais, historiadores, jornalistas, artistas e ativistas de movimentos sociais. Analisam desde o sistema eleitoral, até a influência do judiciário, da mídia e das redes sociais na crise política.

GOLPE faz uma cronologia e reflexão sobre os fatos que culminaram na deposição de Dilma e na prisão de Lula.  “O documentário parte de um conceito narrativo de que vivemos em meio a uma sociedade midiática, onde o fluxo de imagens e informações é tão intenso, que dificulta uma interpretação clara, ainda mais nesse esquema das bolhas, que propiciam a desinformação”, pontua Castro. “Como cineasta - continua - me deparo constantemente com o seguinte impasse: que imagens produzir num ambiente que tem câmera por todos os lados?” Seu objetivo é apresentar uma narrativa consistente e que contribua para a discussão política.

País sem memória

Produzido por um coletivo interdisciplinar em defesa da soberania popular, o documentário Já Vimos Esse Filme retrata, também, a divisão do país simbolizada pelo muro colocado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, no dia da votação na Câmara que consagrou o golpe. O diretor ouviu tanto manifestantes pró-impeachment, quanto da resistência ao golpe. Ele entende que os apoiadores da ruptura democrática não assistirão ao filme. “Hoje - diz Migotto - mesmo com todas as evidências de que houve um golpe, eles se agarram a fatos aleatórios, evitando uma análise conjuntural. Só para justificar que estavam certos”.

Já Vimos Esse Filme ainda estabelece um paralelo com o quadro político de 1954 e de 1964. Ou seja, com a tentativa de golpe contra Getúlio Vargas e, dez anos depois, quando as mesmas forças derrotadas conseguem derrubar João Goulart e implantar a ditadura militar.

Questionado se o Brasil está fadado a repetir a sua história, o diretor argumenta que a história é cíclica. “Ela tem nos mostrado que, sempre que avançamos um pouco, em seguida, acontece um retrocesso e, dessa forma, repetimos o curso da história”, sustenta. “E isso normalmente acontece com povos que não valorizam memória, educação e cultura”, acrescenta. Seu propósito é registrar para as gerações presentes e futuras as semelhanças entre os golpes políticos no Brasil e a fragilidade da formação democrática da sociedade.

Serviço

Já Vimos Esse Filme (78 minutos). Direção: Boca Migotto.  O lançamento do documentário acontecerá no dia 24 de agosto, às 21h, de forma simultânea no CineBancários, na Casa da Democracia, em Curitiba, no Youtube, no portal Brasil 247 e na Mídia Ninja. A data marca a morte de Getulio Vargas, em 1954.

Golpe (70 minutos). Direção: Guilherme Castro e Luiz Alberto Cassol - 14, 15 e 16 de agosto às 19h no CineBancários.

Nove títulos sobre o tema

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

No Rio, iniciativas valorizam a produção e distribuição de alimentos agroecológicos

qua, 15/08/2018 - 17:10
AGRICULTURA A técnica de manejo sustentável da terra tem se mostrado como a melhor alternativa para a saúde da população Jaqueline Deister | Espaço de comercialização e hospedagem Raízes Brasil em Santa Teresa Foto: reprodução

Uma produção de alimentos sem o uso de agrotóxico, fertilizantes industriais e transgênicos, que respeita o meio ambiente, promove a agricultura orgânica e tem a capacidade produtiva cerca de 10% maior do que o agronegócio. Isso é possível? A resposta é sim. A técnica de manejo sustentável da terra tem se mostrado como a melhor alternativa para a biodiversidade e para a saúde da população. 

No estado do Rio de Janeiro, as experiências com a agroecologia têm sido promissoras e atraído cada vez mais a atenção das pessoas que buscam uma alimentação saudável e livre de veneno. Na busca por soluções para a falta de políticas públicas que incentivem a produção agroecológica, o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) passou a investir no sistema de abastecimento popular, em que o contato entre o agricultor e o consumidor é feito de maneira direta, sem atravessador. Humberto Palmeira, conhecido como Beto, integra a coordenação nacional do MPA, ele explica que hoje é essencial pensar a distribuição dos alimentos. 

“Atualmente, os dados oficiais mostram que mais de 70% dos alimentos do Brasil vem da agricultura camponesa e familiar. Esse é o dado do último censo (IBGE). Só que a distribuição desses alimentos não é feita pelos camponeses, mas pelas médias e grandes redes de supermercados. O que nós estamos debatendo é que não basta só a gente produzir, temos que nos desafiar a construir ferramentas de distribuição”, ressalta. 

Apesar da dificuldade pela falta de incentivo do poder público, a rede de distribuição popular apontada por Humberto está crescendo aos poucos no estado. Hoje, o Movimento dos Pequenos Agricultores conta com feiras pela cidade do Rio, o espaço de comercialização e hospedagem Raízes do Brasil, localizado no bairro de Santa Teresa e a cesta camponesa, uma espécie de feira online de alimentos orgânicos e agroecológicos que atende a nove pontos: oito na cidade do Rio e um no município de Niterói. 

Outras experiências 

Na cidade de Maricá, na Região Metropolitana do estado do Rio, a experiência com a agroecologia tem mostrado outros caminhos possíveis além da comercialização. Joana Duboc é agrônoma no projeto de implantação de uma unidade demonstrativa de agroecologia que a prefeitura do município tem em parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).  

A iniciativa produz alimentos agroecológicos para seis escolas e hospitais públicos do município, atua também junto com aldeias indígenas e centros de reabilitação de dependentes químicos. Além disso, o projeto incide diretamente no processo de formação dos estudantes que plantam parte dos alimentos consumidos da escola. 

“A gente também faz a capacitação com as crianças para que elas desmistifiquem o processo de produzir alimento. Várias escolas já fazem a colheita e o replantio das hortas que começamos. E você vê a diferença da relação da criança com o alimento quando ela para e pensa o que é a semente, a muda, você começa a desmistificar o sistema agroalimentar”, destaca. 

O projeto conta também com a capacitação de 30 a 60 pessoas que querem trabalhar com agricultura agroecológica. A unidade demonstrativa, custeada pelo convênio da prefeitura com o MST, tem produzido uma média de 100 a 200 caixas de alimentos por semana que são doadas exclusivamente para abastecer as áreas de saúde e educação do município.  

Para saber mais: 

Programa Cesta Camponesa:   

www.cestacamponesa.com.br 

Raízes do Brasil 

Endereço: Rua Áurea, 80, Santa Teresa, Rio de Janeiro  

Facebook: Raízes do Brasil RJ 

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

Editora do Brasil de Fato PE é premiada e destaca a importância do jornalismo popular

qua, 15/08/2018 - 17:00
Reconhecimento Monyse Ravenna recebeu, nesta terça-feira (14), o Troféu Mulher Imprensa na categoria Repórter de Jornal ou Revista Júlia Rohden | Jornalista e mestre em História Social, Monyse participa do jornal impresso do Brasil de Fato em Pernambuco desde sua fundação Elisa de Paula/Imprensa Editorial

A editora do jornal impresso Brasil de Fato em Pernambuco, Monyse Ravenna, recebeu na noite desta terça-feira (14) o Troféu Mulher Imprensa na categoria Repórter de Jornal Impresso ou Revista. A premiação aconteceu no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, e homenageou 17 mulheres pela atuação profissional. Ao receber o prêmio, Ravenna destacou a importância de também premiar jornalistas que não atuam em grandes empresas de comunicação, mas em veículos de comunicação popular, como o Brasil de Fato. "Para ter uma democracia mais firme - para ter uma democracia, já que no caso do Brasil a gente não tem - é necessário uma imprensa com pluralidade de opinião e de vozes”, afirmou ao receber o prêmio.

Jornalista e mestre em História Social pela Universidade Federal do Ceará (UFC), Monyse ajudou a fundar o jornal impresso do Brasil de Fato em Pernambuco e atua como editora desde o início da publicação, há dois anos. A jornalista foi a única representante de um veículo nordestino na premiação e dedicou o troféu aos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. “Queria dedicar esse troféu para a primeira presidenta eleita no Brasil, Dilma Rousseff, deposta em um golpe de estado, e também para o presidente Lula. Eu venho de um lugar onde os governos da presidenta Dilma e do presidente Lula fizeram muita diferença na vida do povo. Para ter uma democracia não podemos ter o principal candidato em todas as pesquisas preso. Lula Livre!”, disse. 

O prêmio

O prêmio Troféu Imprensa foi criado há 13 anos pela Revista e Portal Imprensa para valorizar o trabalho de mulheres jornalistas. Na primeira etapa, as profissionais foram selecionadas por um júri do Portal Imprensa. Depois, a votação foi feita on-line por júri popular entre os meses de abril e junho. Monyse concorreu na categoria com outras cinco profissionais de veículos como a Revista Piauí e o jornal Folha de S. Paulo.

Ela venceu com 50% dos votos e avalia que é importante participar de espaços como a premiação. “Seria uma premiação com narrativa única da grande mídia - fora algumas outras mulheres da imprensa alternativa. Acho importante ressaltar o papel das mulheres nas redações, porque ainda vivemos um processo estrutural no mundo do trabalho da exploração e invisibilidade do trabalho das mulheres, mas não pode ser só isso. É preciso pautar outros aspectos, como a democratização da comunicação, como a necessidade de pluralidade de vozes neste contexto de ausência de democracia”, avalia Ravenna.

Ela conta que enfrenta desafios diários enquanto editora do jornal que vão desde o financiamento do impresso até a conquista de confiança por ser uma mulher quem coordena o jornal. "Mesmo em veículos populares, nessa perspectiva de esquerda, a gente lida com machismo cotidianamente. Essa necessidade de desconstrução do machismo nas redações também é uma realidade para nós e precisamos pensar modos e maneiras de combater", afirma

Gênero, raça e classe

A premiação também homenageou mulheres como Djamila Ribeiro, colunista da Carta Capital, Renata Fan, comentarista na TV Band e Andreia Sadi, repórter da Globo News. Em seu discurso, Djamila Ribeiro dedicou o troféu a todas as mulheres negras. "Sou uma mulher e negra. Se a invisibilidade é grande quando falamos do trabalho de mulheres, quando falamos de mulheres negras é ainda mais difícil", ressaltou a filósofa autora dos livros O que é lugar de fala? e Quem tem medo do feminismo negro?.

Monyse Ravenna lembrou que a premiação era composta majoritariamente por mulheres brancas que atuam em grandes veículos da região sudeste. Para ela, o feminismo deve considerar as questões de gênero, mas também de raça e classe. "É esse feminismo com perspectiva de raça e classe que eu me identifico. Não adianta a gente só ser mulher e reproduzir uma ideologia neoliberal. Não adianta eu ser mulher, ter minha carreira de sucesso e achar que posso chegar onde eu quiser. Não posso chegar. A sociedade que a gente vive impõem muitos limites de onde podemos chegar", conclui.

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

“Escola Sem Partido” sofre derrota mas disputa continua em São Lourenço do Sul

qua, 15/08/2018 - 16:47
Educação Cidade do sul gaúcho pode ser a primeira do estado a aprovar a proposta do MBL. Resistência à ideia permanece mobilizada Katia Marko | Educadores acompanharam sessão na Câmara de Vereadores Caco Argemi

O prefeito de São Lourenço do Sul, Rudinei Harter (PDT), vetou, no dia 30 de julho, o projeto aprovado duas semanas antes pelos vereadores. A prefeitura considerou que a proposta é inconstitucional. Metade dos votos a favor da iniciativa do MBL, vieram do PSDB.

De acordo com a nota do executivo,  a Constituição é clara “ao estabelecer, em seu art. 22, XXIV, que as diretrizes e bases da educação nacional tratam-se de matérias de competência privativa da União.” O promotor de Justiça Paulo Roberto Charqueiro encaminhou ofício ao prefeito lembrando que a proposta já havia sido considerada inconstitucional por decisão liminar do STF.

Agora, o projeto tem até 30 dias para permanecer na câmara. Segundo a presidente da casa, Carmem Rosane Roveré (PSB), no momento está em análise nas comissões. O PL foi aprovado com seis votos: três do PSDB, dois do PDT e um do PP, partidos proponentes junto com o MBL.

“O debate está intenso. Tivemos sessão com casa lotada, com representantes dos movimentos sociais, da FURG, do CPERS, dos professores, que estavam pressionando para que os vereadores aprovem o veto do prefeito”, diz Carmen. ” No dia da votação – prossegue – eu não tinha direito ao voto, por ser presidente, mas me coloquei de forma contraria a este PL, pois entendo todo o retrocesso na educação que ele causará, principalmente na formação do senso crítico dos nossos alunos. Ela defende que os professores e a educação pública sejam valorizados “com uma educação plural, de qualidade e de livre pensamento, para formarmos uma sociedade mais justa”, argumenta.

Todas as sessões e reuniões, desde o dia 9 de julho, são transmitidas em tempo real pela WebTV Câmara. É possível também acompanhá-las pelo Facebook, o Youtube e o site da Câmara. “Nosso site atende a todas as normas de transparência, podendo acompanhar onde está o projeto, as deliberações, quando foi votado, e como votou cada vereador. Somos uma das únicas câmaras da zona Sul com este recurso”, informa.

Entidades criam Frente de Resistência à “Escola com Mordaça”

A discussão é seguida  por dezenas de educadores(as), estudantes, pais,  representantes de universidades e entidades da cidade e região, como o CPERS estadual, o 24º Núcleo, o 6º Núcleo (Rio Grande), a Aprofurg – seção sindical do Andes, o sindicato dos professores das universidades, entre outras.

Para Márcia Umpierre,  professora da FURG e vice-presidente da Aprofurg, o veto foi a primeira grande vitória da recém-criada Frente de Resistência à Escola com Mordaça - São Lourenço do Sul. “O veto do prefeito se deu pela inconstitucionalidade, mas também muito pela força dos sindicatos e pelos movimentos sociais, que realizaram um trabalho incansável de mobilização nessas últimas semanas”, destacou. Marcia ainda explica que o veto foi uma grande conquista, mas o movimento de resistência segue mobilizado e atento para os desdobramentos do assunto.

O professor e representante da Frente Brasil Popular no município Carlos Alberto Junior lembrou que a cidade registrou o maior número de moções de repúdio já visto na casa, sem qualquer manifestação favorável por parte de organizações educacionais. “Vocês, vereadores que apoiam este projeto, assumem uma posição medieval, colocando o professor em uma fogueira pública em um verdadeiro tribunal de exceção. Os professores não são o verdadeiro problema, porque o problema são vocês”, afirma.

A presidente do CPERS, Helenir  Schürer, entende que o projeto manipula a opinião pública e transforma a escola em um território hostil para educadores(as), que passam a lidar com um ambiente de perseguição e denuncismo.

“Não resolveremos nossos problemas com patrulhamento e coerção. A escola deve ser o espaço privilegiado da cidadania, do espírito crítico e da igualdade”, defende. “Os vereadores que aprovaram o texto preferiram escutar o MBL, movimento que prega a liberdade enquanto sobrevive de notícias falsas e propostas tão antidemocráticas que fariam inveja aos generais da ditadura militar”, ataca.  E nota que a rede pública gaúcha  está precarizada “graças à política de terra arrasada do governador Sartori e ao congelamento do orçamento federal (apoiado pelo mesmo MBL). Assim, “a opinião pública é manipulada para acreditar em ameaças imaginárias”.

Para os criadores da proposta, debates que visam estimular o senso crítico dos estudantes se resumem a doutrinação ideológica. Para a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), a mordaça “solidifica a barbárie e todos os preconceitos, fanatismos religiosos, ignorância, falta de civilidade e de solidariedade, além de promover e fomentar o machismo, o racismo e a xenofobia”.

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato

João Pedro Stedile é alvo de mais uma notícia falsa

qua, 15/08/2018 - 15:21
Fake news Dirigente do MST foi acusado, indevidamente, de “usar uma sala VIP" enquanto sem-terra marchavam no Planalto Central Redação | Stedile esclareceu não ser a pessoa identificada na foto e classificou a matéria como "ofensiva e mentirosa" Foto: Guilherme Santos/Sul21

João Pedro Stedile, da direção nacional do MST, foi alvo de mais uma notícia falsa. Nesta terça-feira (14), o site Diário do Poder, editado pelo jornalista Cláudio Humberto, acusou o dirigente de “usar uma sala VIP enquanto sem-terra enfrentam sol e umidade desértica”.

O repórter André Britto, que assina a matéria, associou, indevidamente, a foto de um senhor com boné do MST, em uma sala não identificada, à figura de Stedile.

A suposta denúncia ocorre durante a Marcha Nacional Lula Livre, que começou na última sexta-feira (10), com mais de 5 mil camponeses marchando rumo à Brasília, para registro da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta quarta-feira (15), no Tribunal Superior Eleitora (TSE).

Em nota, o dirigente sem-terra esclareceu não ser a pessoa identificada na foto e classificou a matéria como "ofensiva e mentirosa". "Repudiamos o conteúdo sensacionalista da matéria e a utilização de notícias falsas como expediente para enganar e desinformar os leitores e a sociedade", denunciou. 

O Brasil de Fato entrou em contato com o Diário do Poder para que pudesse se pronunciar sobre o ocorrido, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

:: Acompanhe a cobertura especial das manifestações em defesa da candidatura de Lula

Nesta quarta-feira (15), o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será registrado como um dos concorrentes à Presidência da República nas eleições de outubro. O protocolo do registro será acompanhado por diversas atividades em várias partes do país. A principal dela acontece na própria capital federal, em que são esperadas mais de 30 mil pessoas no ato em frente à sede da TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que deve começar às 14h.

Os cerca de 5 mil camponeses do MST e Via Campesina, que caminharam 50 km desde o dia 10 na Marcha Nacional Lula Livre, já chegaram ontem a Brasília para se somarem à mobilização. O Brasil de Fato acompanhará toda movimentação do dia de hoje e também conversará com especialistas para entender o atual cenário político das eleições de 2018.

É possível acompanhar a transmissão na Rádio Brasil de Fato e Rádio Brasil em Movimento através dos sites http://mst.org.br ou http://brasildefato.com.br; e por meio do aplicativo: https://goo.gl/Xv1vZQ.

(function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-54143594-4', 'auto'); ga('set', 'campaignName', 'FacebookIA'); ga('set', 'campaignSource', 'FacebookInstantArticles'); ga('set', 'campaignMedium', 'social'); ga('send', 'pageview');
Categorias: Brasil de Fato